{"id":110,"date":"2018-10-19T17:15:25","date_gmt":"2018-10-19T16:15:25","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/?page_id=110"},"modified":"2019-06-11T13:18:50","modified_gmt":"2019-06-11T12:18:50","slug":"caso-15-lets-make-a-movie","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/caso-15-lets-make-a-movie\/","title":{"rendered":"Caso 15: Let\u2019s make a movie!"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"176\" height=\"173\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/files\/2019\/03\/img-33.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-524\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<div class=\"container\">\n<h1 class=\"article-title\">Caso 15: Let\u2019s make a movie!<\/h1>\n<div class=\"author-card\">\n<p class=\"author-name\"><strong>Autores:<\/strong> Carla Freire e Carlos Silva<\/p>\n<p class=\"author-description\">Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancias Sociais, Instituto Polit\u00e9cnico de Leiria<\/p>\n<\/div>\n<p class=\"author-reference\"><strong>Referir este caso:<\/strong> Freire, C. &amp; Silva, C. (2018). Let\u2019s make a movie! In R. Cadima, I. Pereira, M. Francisco &amp; S. Cunha (Coords.).\u00a0<em>15 hist\u00f3rias para incluir.<\/em> [Online]. Polit\u00e9cnico de Leiria: Leiria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para come\u00e7ar<\/h2>\n<p>O conceito Dificuldade Intelectual e\u00a0Desenvolvimental (DID) refere-se \u00e0 exist\u00eancia de\u00a0transtornos que normalmente surgem no nascimento\u00a0e afetam negativamente o percurso f\u00edsico, intelectual e o desenvolvimento emocional de um indiv\u00edduo\u00a0(National Institute of Child Health and Human\u00a0Development, 2016).<\/p>\n<p>Enquanto a Defici\u00eancia Intelectual se relaciona com a exist\u00eancia de deficits na capacidade mental\u00a0(racioc\u00ednio, resolu\u00e7\u00e3o de problemas, aprendizagem,\u00a0etc.) que resultam em preju\u00edzos no funcionamento\u00a0adaptativo, impedindo que o indiv\u00edduo tenha\u00a0independ\u00eancia pessoal e responsabilidade social\u00a0em um ou mais aspetos do dia-a-dia (American\u00a0Psychiatric Association, 2014); a Dificuldade\u00a0Desenvolvimental relaciona-se com a incapacidade\u00a0severa, de longa dura\u00e7\u00e3o, que pode afetar a\u00a0capacidade cognitiva, o funcionamento f\u00edsico ou\u00a0ambos em simult\u00e2neo, ou seja, abrange a defici\u00eancia\u00a0intelectual e tamb\u00e9m a f\u00edsica (Bock, 2010).<\/p>\n<p>O conceito DID veio substituir o antigo \u201cAtraso\u00a0Mental\u201d, que era medido com base nas pontua\u00e7\u00f5es\u00a0obtidas na medi\u00e7\u00e3o do Quociente de Intelig\u00eancia\u00a0(QI), estando, agora, relacionado com os n\u00edveis de\u00a0funcionamento adaptativo (Brue &amp; Wilmshurst, 2016).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para ler<\/h2>\n<p>No \u00e2mbito de uma unidade curricular de uma institui\u00e7\u00e3o\u00a0de ensino superior \u00e9 proposta, aos estudantes, a realiza\u00e7\u00e3o\u00a0de projetos de interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica de tema livre. Face a\u00a0este desafio, a Beatriz e o Diogo prop\u00f5em-se a realizar uma\u00a0curta-metragem documental com o envolvimento ativo da\u00a0comunidade regional, ou seja, considerando a participa\u00e7\u00e3o\u00a0n\u00e3o s\u00f3 ao n\u00edvel de entrevistas, mas tamb\u00e9m em todo o\u00a0processo de cria\u00e7\u00e3o do filme.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a abertura de inscri\u00e7\u00f5es, a Beatriz e o Diogo\u00a0constatam que t\u00eam 12 pessoas inscritas. De forma a que\u00a0todos se conhe\u00e7am e a dar in\u00edcio ao trabalho, \u00e9 marcada\u00a0uma primeira reuni\u00e3o, na qual se pretende conhecer um\u00a0pouco as pessoas e saber quais as motiva\u00e7\u00f5es para a\u00a0participa\u00e7\u00e3o neste projeto:<\/p>\n<ul>\n<li>Um grupo de 7 jovens, com idades compreendidas entre os\u00a015 e os 17 anos. Como ainda est\u00e3o a estudar, alguns no ensino\u00a0b\u00e1sico e outros no secund\u00e1rio, querem conhecer melhor algumas \u00e1reas para poss\u00edvel prosseguimento de estudos.\u00a0Neste grupo de jovens encontram-se dois grandes amigos de\u00a0inf\u00e2ncia a Rafa, que tem s\u00edndrome de Williams e o Pedro, com\u00a0Trissomia 21.<\/li>\n<li>3 jovens adultos com idades entre os 23 e 25 anos. S\u00e3o\u00a0rec\u00e9m-licenciados e ainda n\u00e3o encontraram emprego na \u00e1rea\u00a0das suas forma\u00e7\u00f5es, estando 2 desempregados e o outro a\u00a0trabalhar em part-time num caf\u00e9. Estes jovens adultos veem,\u00a0neste projeto, uma oportunidade de alargarem horizontes.<\/li>\n<li>2 pessoas s\u00e9niores, com 65 e 67 anos. Est\u00e3o reformadas e\u00a0referem que gostam de aproveitar o tempo para aprender\u00a0coisas novas. A \u00e1rea das tecnologias sempre as fascinou, pelo\u00a0que este projeto surgiu como um desafio extremamente\u00a0interessante.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Depois das apresenta\u00e7\u00f5es, a Beatriz e o Diogo referem que\u00a0pretendem fazer uma curta-metragem com a tem\u00e1tica \u201cA\u00a0Import\u00e2ncia da criatividade no cotidiano\u201d e explicam de forma\u00a0sint\u00e9tica todo o processo, desde a cria\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria \u00e0 edi\u00e7\u00e3o\u00a0do filme.<\/p>\n<p>Para que o projeto se desenvolva da melhor forma \u00e9 proposta\u00a0a cria\u00e7\u00e3o de 3 grupos de trabalho com 4 elementos cada.\u00a0Contudo, a Beatriz e o Diogo n\u00e3o estavam \u00e0 espera de\u00a0encontrar um grupo t\u00e3o heterog\u00e9neo de pessoas, entre as\u00a0quais se encontram 2 jovens com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental (DID). Como devem organizar os grupos?\u00a0Incluir os jovens com DID numa equipa ou dar-lhes outras\u00a0tarefas?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para equacionar<\/h2>\n<p>Que estrat\u00e9gias adotar?<\/p>\n<ul>\n<li>Criar tarefas espec\u00edficas<\/li>\n<li>Criar grupos heterog\u00e9neos<\/li>\n<li>Como ir\u00e1 a equipa reagir<\/li>\n<li>Ser\u00e3o capazes de realizar\u00a0as tarefas<\/li>\n<li>Poder\u00e3o existir conflitos<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para debater<\/h2>\n<p class=\"section--subtitle\">1. Igualdade ou diversidade<\/p>\n<p>Aquando da cria\u00e7\u00e3o de equipas, surgem algumas d\u00favidas. Qual a forma mais adequada\u00a0para a cria\u00e7\u00e3o de equipas? Agrupar as pessoas em fun\u00e7\u00e3o da proximidade de idades? Juntar\u00a0as 2 pessoas s\u00e9niores com a Rafa e o Pedro, visto serem grupos minorit\u00e1rios? Escolher os\u00a0elementos das equipas de forma a obter um grupo heterog\u00e9neo, considerando as diferentes\u00a0especificidades? Escolher os elementos de cada equipa de forma aleat\u00f3ria?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">2. Paternalismo ou indiferen\u00e7a<\/p>\n<p>Nos momentos de tomada de decis\u00e3o \u00e9 normal a discuss\u00e3o de ideias, o que permite\u00a0aumentar a capacidade de argumenta\u00e7\u00e3o. Quando a Rafa e o Pedro d\u00e3o as opini\u00f5es, na\u00a0maioria das vezes s\u00e3o ignorados pelos colegas mais novos, sem que exista um debate dos\u00a0seus contributos. Ao assistirem a este comportamento, os colegas s\u00e9niores defendem todas\u00a0as ideias da Rafa e do Pedro, sem sequer as questionarem, com o intuito de proteger os jovens. Ser\u00e1 este o comportamento mais adequado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o? Por um lado, a indiferen\u00e7a\u00a0dos colegas mais jovens, por outro lado o excesso de prote\u00e7\u00e3o por parte dos colegas com\u00a0mais idade. Qual a melhor forma de proceder?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">3. Integra\u00e7\u00e3o ou inclus\u00e3o<\/p>\n<p>Para a elabora\u00e7\u00e3o do argumento, \u00e9 necess\u00e1rio pensar numa hist\u00f3ria, num fio condutor que\u00a0permita a cria\u00e7\u00e3o de uma narrativa. Existindo um tema geral, \u00e9 importante a pesquisa de\u00a0informa\u00e7\u00f5es, assim como tamb\u00e9m um brainstorming de ideias, que permita criar um mapa dos principais conceitos encontrados. Durante este processo, s\u00e3o v\u00e1rios os contributos que\u00a0aparecem, sendo os da Rafa e do Pedro muito relacionados com hist\u00f3rias ou personagens\u00a0de filmes que eles j\u00e1 viram. Como deve reagir a equipa? Deve ignorar os contributos\u00a0relacionados com hist\u00f3rias ou personagens j\u00e1 existentes? Deve aceitar, sem questionar,\u00a0todos os contributos da Rafa e do Pedro? Deve tentar demover os jovens, explicando que \u00e9\u00a0um filme novo, logo todas as ideias devem ser novas?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">4. Capacidade ou incapacidade<\/p>\n<p>Ao serem confrontados com a realidade de terem de passar pelas diversas etapas para criar\u00a0uma curta-metragem, Rafa e Pedro referem que n\u00e3o s\u00e3o capazes, que apenas querem ver como se faz um filme. Beatriz e Diogo n\u00e3o se d\u00e3o por satisfeitos e informam que est\u00e3o a\u00a0contar com eles no processo e que toda a ajuda \u00e9 preciosa. Ser\u00e1 que a Beatriz e o Pedro est\u00e3o demasiado confiantes? Estar\u00e3o a Rafa e o Pedro preparados para fazerem parte de um projeto desta natureza? Ser\u00e1 que existem condicionantes que os impe\u00e7am de participar ativamente na cria\u00e7\u00e3o do filme?<\/p>\n<blockquote>\n<p>Na grande maioria das vezes, a\u00a0condicionante est\u00e1 na nossa cabe\u00e7a.\u00a0(\u2026) \u00e9 importante explicar que todos\u00a0temos medo de fazer coisas novas,\u00a0que todos precisamos de ajuda,\u00a0sendo isso absolutamente normal.<br \/><cite>Marta Costa<\/cite><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>(\u2026) apostaria na heterogeneidade das equipas, no entanto essa heterogeneidade pode trazer conflitos. Caso esses conflitos fossem imposs\u00edveis de resolver, creio que optaria pela jun\u00e7\u00e3o dos elementos seniores, geralmente mais pacientes, com os jovens com DID.<br \/><cite>Gabriela Lima<\/cite><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>N\u00e3o sou apologista de fazer grupos\u00a0em fun\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas, mas\u00a0sim em fun\u00e7\u00e3o de \u201ctalentos\u201d: (\u2026),\u00a0questionaria o que cada pessoa\u00a0gostaria de fazer ou se sentiria \u00e0\u00a0vontade para realizar. Seria sempre\u00a0importante refor\u00e7ar (\u2026) que a sinergia\u00a0entre todos \u00e9 sempre mais importante\u00a0do que aquilo que foi atribu\u00eddo a cada\u00a0grupo de trabalho.<br \/><cite>Marta Costa<\/cite><\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para reter<\/h2>\n<p>Considerando que cada caso \u00e9 um caso e que as solu\u00e7\u00f5es adotadas para uma situa\u00e7\u00e3o poder\u00e3o n\u00e3o ser as indicadas para\u00a0outras, deixamos um poss\u00edvel desfecho, baseado numa situa\u00e7\u00e3o real.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Igualdade ou diversidade<\/p>\n<p>Ainda que todos tenhamos igualdade de direitos, na realidade somos todos diferentes, cada um de n\u00f3s \u00e9 um Ser \u00fanico e especial. \u00c9 esta diferen\u00e7a que nos enriquece, na medida em que cada um de n\u00f3s \u00e9 como uma pe\u00e7a de puzzle que se encaixa\u00a0para construir um TODO. Para a cria\u00e7\u00e3o de equipas, propomos uma distribui\u00e7\u00e3o pensada, onde possam estar elementos com\u00a0diferentes caracter\u00edsticas, o que permitir\u00e1 a obten\u00e7\u00e3o de um olhar mais abrangente de todo o processo criativo, atrav\u00e9s das diversas perspetivas.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Capacidade ou incapacidade<\/p>\n<p>Todos os seres humanos t\u00eam diversas capacidades e incapacidades, quer tenham ou n\u00e3o uma defici\u00eancia. O importante \u00e9\u00a0ter o foco naquilo que conseguimos fazer. Ao rentabilizarmos e otimizarmos as nossas mais-valias estamos a contribuir para\u00a0um melhor desempenho de uma dada fun\u00e7\u00e3o, assim como estamos a desenvolver novas capacidades, que anteriormente pens\u00e1vamos n\u00e3o ter. Neste sentido, a proposta de resolu\u00e7\u00e3o para a falta de confian\u00e7a da Rafa e do Pedro, passa pela\u00a0motiva\u00e7\u00e3o. Se eles v\u00e3o ter dificuldades? Sem d\u00favida que ter\u00e3o, tal como qualquer pessoa quando inicia uma nova tarefa. \u00c9\u00a0importante que experimentem todas as fases do processo de cria\u00e7\u00e3o de um filme, de forma a analisarmos em conjunto onde se sentem bem e onde conseguem desenvolver melhor as suas capacidades.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Paternalismo ou indiferen\u00e7a<\/p>\n<p>Quando nos confrontamos com algo novo ou diferente, por vezes sentimo-nos impotentes, na medida em que n\u00e3o fomos\u00a0preparados para lidar com situa\u00e7\u00f5es inesperadas. Por vezes assumimos uma atitude de indiferen\u00e7a perante o desconhecido,\u00a0outras vezes temos comportamentos demasiado paternalistas, procurando proteger, o que nos parece sens\u00edvel, fr\u00e1gil. O\u00a0importante \u00e9 procurar o equil\u00edbrio e tratar as pessoas como gostar\u00edamos que nos tratassem. Neste sentido, a proposta de\u00a0resolu\u00e7\u00e3o para esta quest\u00e3o passa por pedir \u00e0 Rafa e ao Pedro que desenvolvam as suas ideias, que expliquem os seus\u00a0contributos. Numa fase inicial \u00e9 prov\u00e1vel que se sintam acanhados, mas com o apoio e motiva\u00e7\u00e3o da equipa, a conversa\u00a0come\u00e7a a fluir. Esta discuss\u00e3o \u00e9 muito \u00fatil, pois al\u00e9m de dar voz a todos, ajuda a desenvolver a capacidade de argumenta\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s o debate e ouvidos todos os argumentos, a equipa deve escolher os contributos que mais se adequam ao projeto.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Integra\u00e7\u00e3o ou Inclus\u00e3o<\/p>\n<p>Os conceitos de integra\u00e7\u00e3o e de inclus\u00e3o encontram-se subjacentes em todas as quest\u00f5es colocadas neste curso. S\u00e3o as\u00a0atitudes e comportamentos dos elementos do grupo que v\u00e3o determinar se est\u00e3o a integrar ou a incluir. A integra\u00e7\u00e3o permite\u00a0que um indiv\u00edduo fa\u00e7a parte de um determinado grupo, contudo as oportunidades n\u00e3o s\u00e3o necessariamente iguais aos\u00a0demais. O conceito de inclus\u00e3o pressup\u00f5e que num mesmo grupo todos tenham as mesmas oportunidades, sendo respeitada\u00a0a diferen\u00e7a e os contributos de todos. A criatividade n\u00e3o nasce do zero, \u00e9 necess\u00e1rio existirem experi\u00eancias, conhecimentos pr\u00e9vios do mundo que nos rodeia para\u00a0que se possa criar algo. O importante \u00e9 permitir o debate de ideias e atrav\u00e9s das experi\u00eancias antigas, fazer novos caminhos.\u00a0Este processo permite a aquisi\u00e7\u00e3o de mais experi\u00eancias e mais conhecimentos, que no futuro poder\u00e3o, tamb\u00e9m, servir de base\u00a0a novos projetos. Desta forma estamos a contribuir para o desenvolvimento de novas compet\u00eancias e a alargar o leque de\u00a0experi\u00eancias de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Moral da hist\u00f3ria:<\/p>\n<p>O segredo est\u00e1 na forma de agir perante uma determinada situa\u00e7\u00e3o e v\u00ea-la como um desafio a ultrapassar procurando,\u00a0sempre que poss\u00edvel, formas de contornar as dificuldades. Este projeto permite que TODOS possamos sair muito mais\u00a0ricos, pois para al\u00e9m da aprendizagem do processo de cria\u00e7\u00e3o de filmes, aprendemos a lidar com situa\u00e7\u00f5es inesperadas,\u00a0aprendemos que a trabalhar em equipa conseguimos chegar longe e aprendemos a arte da resili\u00eancia!<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para consultar<\/h2>\n<p class=\"section--subtitle\">Refer\u00eancias<\/p>\n<p>American Psychiatric Association (2014). Manual Diagn\u00edstico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais, DSM-5. Nascimento, M. I. C. (Tradutora). Porto Alegre: Artmed.<\/p>\n<p>Bock, R. (2010). Fact Sheet: Intellectual and Developmental Disabilities. National Institutes of Health.<\/p>\n<p>Brue, A. W. &amp; Wilmshurst, L. (2016). Essentials of Intellectual Disability Assessment and Identification. New Jersey: John Wiley &amp; Sons.<\/p>\n<p>National Institute of Child Health and Human Development (2016). Intellectual and developmental disabilities (IDDs): Condition information. <a href=\"https:\/\/www.nichd.nih.gov\/health\/topics\/idds\/conditioninfo\/default#f3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.nichd.nih.gov\/health\/topics\/idds\/conditioninfo\/default#f3<\/a><\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Sugest\u00f5es de pesquisa<\/p>\n<p>Emygdio da Silva, M. O. &amp; Coelho, F. (2014). Da defici\u00eancia mental \u00e0 dificuldade intelectual e desenvolvimental. Revista Lus\u00f3fona de Educa\u00e7\u00e3o, 28 163-180.<\/p>\n<p>Freire, C. &amp; Silva, C. (2015). Perspetivas uma forma de express\u00e3o: O audiovisual como estrat\u00e9gias de inova\u00e7\u00e3o social. In: A.C. Valente &amp; R. Capucho (Eds.) Avanca | Cinema 2015. Avanca, Portugal: Edi\u00e7\u00f5es Cine-Clube de Avanca.<\/p>\n<p>Freire, C. &amp; Silva, C. (2014). Perspetivas \u2013 utiliza\u00e7\u00e3o de audiovisuais por pessoas com necessidades especiais: Avalia\u00e7\u00e3o de uma interven\u00e7\u00e3o do ponto de\u00a0vista dos cuidadores. In A. Fontes, J. G. Sousa &amp; M. S. Lopes (Org.), Da participa\u00e7\u00e3o na Cultura \u00e0 cultura da Participa\u00e7\u00e3o (pp. 166-178). \u00d3bidos, Portugal:\u00a0RIAP \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Rede Iberoamericana de Anima\u00e7\u00e3o Sociocultural \u2013 Nodo Portugu\u00eas. ISBN: 978-989-20-4957-1.<\/p>\n<p>Sassaki, R. K.(2009). Inclus\u00e3o: acessibilidade no lazer, trabalho e educa\u00e7\u00e3o. Revista Nacional de Reabilita\u00e7\u00e3o (Rea\u00e7\u00e3o), S\u00e3o Paulo, Ano XII, mar.\/abr pp.10-16.<\/p>\n<p>Freire, C. &amp; Silva, C. (Diretores) (2013). Perspectivas [V\u00eddeo promocional do Projeto Perspetivas]. <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=16u3mG_fqFM\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=16u3mG_fqFM<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caso 15: Let\u2019s make a movie! Autores: Carla Freire e Carlos Silva Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancias Sociais, Instituto Polit\u00e9cnico de Leiria Referir este caso: Freire, C. &amp; Silva, C. (2018). Let\u2019s make a movie! In R. Cadima, I. Pereira, M. Francisco &amp; S. Cunha (Coords.).\u00a015 hist\u00f3rias para incluir. [Online]. Polit\u00e9cnico de Leiria: Leiria. 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