{"id":96,"date":"2018-10-19T17:12:54","date_gmt":"2018-10-19T16:12:54","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/?page_id=96"},"modified":"2019-06-11T13:04:46","modified_gmt":"2019-06-11T12:04:46","slug":"caso-8-cores-aromas-e-outras-diferencas-culturais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/caso-8-cores-aromas-e-outras-diferencas-culturais\/","title":{"rendered":"Caso 8: Cores, aromas e outras diferen\u00e7as culturais"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"224\" height=\"173\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/15historias\/files\/2019\/03\/img-26.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-517\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<div class=\"container\">\n<h1 class=\"article-title\">Caso 8: Cores, aromas e outras diferen\u00e7as culturais<\/h1>\n<div class=\"author-card\">\n<p class=\"author-name\"><strong>Autor:<\/strong> S\u00f3nia Cunha<\/p>\n<p class=\"author-description\">Gabinete de Marketing Internacional, Polit\u00e9cnico de Leiria<\/p>\n<\/div>\n<p class=\"author-reference\"><strong>Referir este caso:<\/strong> Cunha, S. (2018). Cores, aromas e outras diferen\u00e7as culturais. In R. Cadima, I. Pereira, M. Francisco &amp; S. Cunha (Coords.).\u00a0<em>15 hist\u00f3rias para incluir.<\/em> [Online]. Polit\u00e9cnico de Leiria: Leiria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para come\u00e7ar<\/h2>\n<p>O mundo de hoje faz um apelo premente \u00e0\u00a0multiculturalidade. Teremos de aprender a lidar\u00a0com os desafios que o conv\u00edvio com diferentes\u00a0culturas sugere, seja em que contexto for. Portugal tem na sua hist\u00f3ria uma tradi\u00e7\u00e3o de abertura ao\u00a0mundo sendo a nossa hospitalidade reconhecida.\u00a0Os n\u00fameros s\u00e3o disso prova. Em 2017, Portugal\u00a0recebeu 24,1 milh\u00f5es de h\u00f3spedes, dos quais 3,4\u00a0milh\u00f5es ficaram em alojamento local, representando\u00a0cerca de 14% dos turistas (INE, 2018). O mercado\u00a0de alojamento de curta dura\u00e7\u00e3o promovido por\u00a0plataformas digitais amplificou a especula\u00e7\u00e3o\u00a0imobili\u00e1ria provocando a expuls\u00e3o dos habitantes\u00a0do centro das cidades, nomeadamente Porto e\u00a0Lisboa.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o do mercado imobili\u00e1rio tem\u00a0consequ\u00eancias para pessoas com empregos est\u00e1veis,\u00a0mas atinge com maior gravidade a popula\u00e7\u00e3o mais\u00a0vulner\u00e1vel.\u00a0O relat\u00f3rio da Amnistia Internacional\u00a0(2018) d\u00e1 conta da discrimina\u00e7\u00e3o de minorias no\u00a0acesso \u00e0 habita\u00e7\u00e3o e apela \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos\u00a0programas de habita\u00e7\u00e3o. Muito embora se reconhe\u00e7a\u00a0a import\u00e2ncia do Turismo na economia, a habita\u00e7\u00e3o\u00a0\u00e9 um direito fundamental constitucionalmente\u00a0consagrado e por isso \u00e9 necess\u00e1rio que as cidades\u00a0possam ser habitadas e n\u00e3o apenas visitadas\u00a0\u201c<em>promovendo a inclus\u00e3o social e territorial e as\u00a0oportunidades de escolha habitacionais<\/em>\u201d (XXI\u00a0Governo Constitucional, 2018).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para ler<\/h2>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o apresentada neste caso foge aos c\u00e2nones\u00a0habituais das personagens fict\u00edcias e come\u00e7a com um artigo\u00a0da imprensa brit\u00e2nica para ilustrar uma das problem\u00e1ticas\u00a0associadas ao mercado imobili\u00e1rio.<\/p>\n<div class=\"story--dialog\">\n<p>Um dos maiores empres\u00e1rios do ramo imobili\u00e1rio\u00a0do Reino Unido pro\u00edbe os seus parceiros de neg\u00f3cio de\u00a0arrendarem casas a pessoas de cor\u00a0&#8220;<em>por causa do cheiro de\u00a0caril<\/em>&#8220;. Fergus Wilson deu instru\u00e7\u00f5es para n\u00e3o alugar casas tamb\u00e9m pais solteiros, trabalhadores de baixo sal\u00e1rio&#8230; e canalizadores. Fonte: Independent (28\/03\/2017)<\/p>\n<\/div>\n<p>Relacionado com este assunto, outro artigo refere:<\/p>\n<div class=\"story--dialog\">\n<p>Fergus Wilson, de 70 anos, n\u00e3o se arrependeu\u00a0quando foi questionado sobre a sua proibi\u00e7\u00e3o. O propriet\u00e1rio\u00a0que j\u00e1 teve at\u00e9 1.000 propriedades em Kent, disse: \u201c<em>Para ser\u00a0honesto,\u00a0estamos sobrecarregados com pessoas de cor. \u00c9 um\u00a0problema com certos tipos de pessoas de cor &#8211; aqueles que\u00a0consomem caril &#8211; e que se entranha na alcatifa. Temos que usar produtos qu\u00edmicos para tirar o cheiro. Em casos extremos,\u00a0precisa-se substituir a alcatifa.<\/em>&#8221;\u00a0\u00a0Fonte: Sun (28\/03\/2017)<\/p>\n<\/div>\n<p>V\u00e1rias foram as vozes de indigna\u00e7\u00e3o que se manifestaram contra o empres\u00e1rio\u00a0como a HOPE not hate ou a GenerationRent alegando que:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\"><em>N\u00e3o se pode tratar ningu\u00e9m assim, negando um lugar para viver baseado\u00a0na cor da pele (&#8230;) Esta \u00e9 a face inaceit\u00e1vel da crise imobili\u00e1ria e por isso Sr. Wilson deve\u00a0enfrentar consequ\u00eancias jur\u00eddicas, encorajando a Comiss\u00e3o de Igualdade e Direitos\u00a0Humanos a investigar mais uma vez com urg\u00eancia.<\/em>\u201d\u00a0\u00a0Fonte: Sun (28\/03\/2017)<\/p>\n<p>A crise da habita\u00e7\u00e3o \u00e9 uma crise mundial, que atinge todas as classes e grupos,\u00a0com particular incid\u00eancia nos mais fr\u00e1geis e mais vulner\u00e1veis: idosos, emigrantes,\u00a0desempregados. As Na\u00e7\u00f5es Unidas j\u00e1 emitiram comunicado:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\">De acordo com o relator especial das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o direito \u00e0\u00a0habita\u00e7\u00e3o: a especula\u00e7\u00e3o financeira levou a uma crise de habita\u00e7\u00e3o global \u201cinsustent\u00e1vel\u201d.\u00a0Fonte: Sun (28\/03\/2017)<\/p>\n<p>Em Portugal, com o advento do alojamento local, das grandes plataformas web de\u00a0arrendamento tempor\u00e1rio, o mercado imobili\u00e1rio inflacionou ainda mais, impedindo\u00a0arrendamentos mais longos e mais acess\u00edveis. Os portugueses t\u00eam maiores rendimentos na plataforma Airbnb do que os espanh\u00f3is e italianos. Acima de Portugal s\u00f3 o Jap\u00e3o ganha mais.<\/p>\n<p>Perante a situa\u00e7\u00e3o, assistimos a uma esp\u00e9cie de tri\u00e2ngulo das Bermudas do\u00a0mercado imobili\u00e1rio:<\/p>\n<p><strong>1. Popula\u00e7\u00e3o<\/strong>: Os mais idosos queixam-se de abuso no aumento das rendas, da falta de prote\u00e7\u00e3o perante os mais fortes, 64% dos estudantes queixa-se das resid\u00eancias e casas alugadas, as pessoas de cor s\u00e3o impedidas de alugar casas pelo cheiro, os inquilinos que ainda pagam rendas (consideradas) baixas s\u00e3o despejados e a etnia cigana pede por condi\u00e7\u00f5es dignas de habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>2. Propriet\u00e1rios<\/strong>: Os propriet\u00e1rios queixam-se que n\u00e3o podem continuar a assistir ao mercado e manter as rendas baixas, sem atualiza\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, veem no alojamento local uma maneira mais f\u00e1cil de rentabilizar o investimento, mais segura e menos problem\u00e1tica do ponto de vista das condi\u00e7\u00f5es da casa e da sua manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3. Governo<\/strong>: O Poder P\u00fablico observa a meia dist\u00e2ncia os players do mercado e vai sofrendo press\u00f5es dos grandes grupos de investimento, ao mesmo tempo, que os cidad\u00e3os inauguram movimentos e associa\u00e7\u00f5es para verem as cidades serem-lhes devolvidas a pre\u00e7os comport\u00e1veis de arrendamento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para equacionar<\/h2>\n<p>Mercado imobili\u00e1rio<\/p>\n<ul>\n<li>Caracter\u00edsticas e necessidades\u00a0da popula\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Direitos e deveres dos propriet\u00e1rios<\/li>\n<li>Pr\u00f3s e contras do turismo<\/li>\n<li>Papel do governo<\/li>\n<li>Aus\u00eancia de medidas\u00a0legislativas<\/li>\n<li>Zonas desertificadas e\u00a0sobrepovoadas<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para debater<\/h2>\n<p class=\"section--subtitle\">1. Cores e aromas versus branco e inodoro<\/p>\n<p>Conceitos como \u201chigiene\u201d, \u201climpeza\u201d, \u201corganiza\u00e7\u00e3o\u201d, \u201cest\u00e9tica\u201d e at\u00e9 a forma como o\u00a0indiv\u00edduo se relaciona com o espa\u00e7o envolvente, varia consoante a cultura, cren\u00e7a ou ideologia.<\/p>\n<p>Se fosse o Sr. Wilson, como agiria?\u00a0Alguma vez viveu uma situa\u00e7\u00e3o semelhante, de partilha ou aluguer de espa\u00e7o, com\u00a0pessoas com h\u00e1bitos de organiza\u00e7\u00e3o diferentes dos seus? Como reagiu?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">2. Turismo: carrasco versus salvador<\/p>\n<p>Nas quest\u00f5es em torno da habita\u00e7\u00e3o encontramos v\u00e1rias not\u00edcias como por exemplo no expresso online o artigo &#8220;Que Lisboa \u00e9 esta&#8221; de 16-09-2017 ou no observador o artigo &#8220;Ilhas t\u00edpicas do Porto ganham nova vida com turistas e estudantes&#8221; de 1-07-2017.<\/p>\n<p>Assim, levanta-se a quest\u00e3o: assumir\u00e1 o turismo o papel de carrasco\u00a0ou de salvador?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">3. Sobrepovoa\u00e7\u00e3o versus desertifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Enquanto mais de metade do territ\u00f3rio portugu\u00eas \u201cest\u00e1 em risco de\u00a0desertifica\u00e7\u00e3o\u201d, a outra metade vai sendo expulsa sub-repticiamente\u00a0das cidades, face aos pre\u00e7os elevados ou simplesmente por segrega\u00e7\u00e3o\u00a0residencial de base \u00e9tnica\/racial\u2026<\/p>\n<p>Para quem ficar\u00e3o as cidades? Para quem ficar\u00e1 o interior?<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">4. Habita\u00e7\u00e3o social: sim ou n\u00e3o?<\/p>\n<p>O pr\u00e9mio Pritzker de 2016 foi atribu\u00eddo ao chileno Alejandro Aravena, colocando de novo a habita\u00e7\u00e3o social nas bocas do\u00a0mundo pela sua dedica\u00e7\u00e3o a projetos de cariz humanit\u00e1rio, com forte participa\u00e7\u00e3o\u00a0comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Dever\u00e1 continuar a apostar-se na habita\u00e7\u00e3o social?\u00a0Se sim, em que moldes&#8230;\u00a0Se n\u00e3o, quais as alternativas aos pre\u00e7os praticados?<\/p>\n<blockquote>\n<p>O \u201ccaril\u201d \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de racismo e segrega\u00e7\u00e3o. Porque uns usam caril, outros assam sardinhas, e outros usam ess\u00eancias mais ex\u00f3ticas para perfumar a casa. Independente\u00a0da cultura, religi\u00e3o e nacionalidade\u00a0(\u2026) devem ser respeitadas as regras\u00a0de viv\u00eancia em comunidade.<br \/><cite>Gabriela Lima<\/cite><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>(\u2026) Para quem fica o interior? Para quem tem hip\u00f3tese e oportunidade de l\u00e1 se estabelecer, para quem tem contrapartidas financeiras, log\u00edsticas, etc., para quem se cansou de viver nas cidades e para quem procura qualidade de vida. E ainda para quem n\u00e3o se consegue, financeiramente, manter nas grandes cidades.<br \/><cite>Marta Costa<\/cite><\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"container--gray mr-top30 mr-bottom50\">\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para reter<\/h2>\n<p>Em termos gerais&#8230;<\/p>\n<p>O direito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o est\u00e1 consagrado no artigo 65.\u00ba da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa. Faz parte dos direitos sociais e\u00a0compete ao Estado assegurar a concretiza\u00e7\u00e3o deste direito. O direito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o est\u00e1 igualmente consagrado na Declara\u00e7\u00e3o\u00a0Universal dos Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas e na Carta Social Europeia, estando Portugal vinculado a ambas.<\/p>\n<p>A realidade est\u00e1 longe de providenciar a todos habita\u00e7\u00e3o digna e quem precisa de casa fica muitas vezes ref\u00e9m dos propriet\u00e1rios ou dos bancos. Esta tem\u00e1tica ganha particular incid\u00eancia quando o mercado s\u00e3o as grandes cidades aumentando o perigo de exclus\u00e3o e\/ou segrega\u00e7\u00e3o \u00e9tnico-cultural e outras. T\u00eam sido v\u00e1rios os debates em torno das quest\u00f5es da habita\u00e7\u00e3o, adensado pelo desenvolvimento acentuado do turismo e, por isso, deixaremos no desfecho deste caso, documentos, opini\u00f5es, movimentos, que deixam antever alguns caminhos na tentativa de mitigar a precariedade a que se assiste atualmente.<\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Em rela\u00e7\u00e3o ao caso&#8230;<\/p>\n<p>Sobre o caso ingl\u00eas e acerca das declara\u00e7\u00f5es proferidas por Fergus Wilson a Comiss\u00e3o de Igualdade e Direitos Humanos foi\u00a0chamada a intervir e levou o propriet\u00e1rio a tribunal.\u00a0Tradu\u00e7\u00e3o do original:<\/p>\n<p>As revela\u00e7\u00f5es no in\u00edcio deste ano levaram a Comiss\u00e3o de Igualdade e Direitos Humanos a iniciar um processo legal e disse\u00a0que as a\u00e7\u00f5es de Wilson negavam aos cidad\u00e3os indianos e paquistaneses a hip\u00f3tese de viver nas suas propriedades. Recusar-se\u00a0a alugar uma casa com base na ra\u00e7a \u00e9 ilegal. O tribunal concedeu medida liminar contra suas regras, e se Wilson obedecer, n\u00e3o ser\u00e3o tomadas nenhumas medidas adicionais. Se ele persistir com a pol\u00edtica, poder\u00e1 ser multado.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com Rebecca Hilsenrath, Chefe Executiva da Comiss\u00e3o para Igualdade e Direitos Humanos:<\/p>\n<p>&#8220;<em>Saudamos esta proibi\u00e7\u00e3o pelo tribunal da pol\u00edtica discriminat\u00f3ria do Sr. Wilson. As nossas casas s\u00e3o fundamentais para nossas vidas privadas e para quem somos. A nega\u00e7\u00e3o de uma casa baseada em crit\u00e9rios como ra\u00e7a ou cor \u00e9 conduta abomin\u00e1vel e que n\u00e3o aceitamos na sociedade de hoje. Ainda h\u00e1 profundas desigualdades no nosso pa\u00eds, (\u2026) e infelizmente algumas das causas dessas desigualdades foram ilustradas pelos coment\u00e1rios de Wilson durante o ver\u00e3o. No entanto, hoje, estamos um passo mais perto para uma Gr\u00e3-Bretanha mais igualit\u00e1ria.<\/em>\u201d<\/p>\n<p>Esta \u00e9 sem d\u00favida uma \u00f3tima frase para desfecho deste caso e na caminhada para uma sociedade mais inclusiva!<\/p>\n<p>Fonte: Daily mail, artigo &#8220;No Indians or Pakistanis due to the curry smell&#8221; de 8-11-2016.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">Para consultar<\/h2>\n<p class=\"section--subtitle\">Refer\u00eancias<\/p>\n<p>Amnistia internacional (2018, fevereiro 23). Relat\u00f3rio Anual 2017\/18 da Amnistia Internacional [online]. <a href=\"https:\/\/www.amnistia.pt\/portugal-deveresolver-outra-forma-as-condicoes-habitacionais-inadequadas-grupos-vulneraveis-reforcar-acolhimento-refugiados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.amnistia.pt\/portugal-deveresolver-outra-forma-as-condicoes-habitacionais-inadequadas-grupos-vulneraveis-reforcar-acolhimento-refugiados\/<\/a><\/p>\n<p>INE (2018). Estat\u00edsticas do Turismo \u2013 2017. <a href=\"https:\/\/www.ine.pt\/xportal\/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=320462327&amp;PUBLICACOESmodo=2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ine.pt\/xportal\/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=320462327&amp;PUBLICACOESmodo=2<\/a><\/p>\n<p>XXI Governo Constitucional (2018, abril 23). Relat\u00f3rio da consulta p\u00fablica da Nova Gera\u00e7\u00e3o de Pol\u00edticas de Habita\u00e7\u00e3o. Rep\u00fablica Portuguesa <a href=\"https:\/\/www.portugal.gov.pt\/pt\/gc21\/comunicacao\/documento?i=relatorio-da-consulta-publica-da-nova-geracao-de-politicas-de-habitacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.portugal.gov.pt\/pt\/gc21\/comunicacao\/documento?i=relatorio-da-consulta-publica-da-nova-geracao-de-politicas-de-habitacao<\/a><\/p>\n<p class=\"section--subtitle\">Sugest\u00f5es de pesquisa<\/p>\n<p>Relat\u00f3rios: Relat\u00f3rio sobre Direito \u00e0 Habita\u00e7\u00e3o apresentado pelo Conselho dos Direitos Humanos em Genebra; Nova Gera\u00e7\u00e3o de Pol\u00edticas de Habita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Artigos e Debates: Nova gera\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de habita\u00e7\u00e3o; Neg\u00f3cio de Turismo no Interior; Pr\u00f3s e Contras<\/p>\n<p>Sites e Organiza\u00e7\u00f5es: Portal da habita\u00e7\u00e3o; Citylab<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caso 8: Cores, aromas e outras diferen\u00e7as culturais Autor: S\u00f3nia Cunha Gabinete de Marketing Internacional, Polit\u00e9cnico de Leiria Referir este caso: Cunha, S. (2018). Cores, aromas e outras diferen\u00e7as culturais. In R. Cadima, I. Pereira, M. Francisco &amp; S. Cunha (Coords.).\u00a015 hist\u00f3rias para incluir. [Online]. Polit\u00e9cnico de Leiria: Leiria. 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