{"id":244,"date":"2021-04-21T11:52:24","date_gmt":"2021-04-21T11:52:24","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/cicie2021\/?page_id=244"},"modified":"2021-04-28T15:53:39","modified_gmt":"2021-04-28T15:53:39","slug":"resumos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/cicie2021\/resumos\/","title":{"rendered":"Resumos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">04 maio| 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 1 \u2013&nbsp;INTENCIONALIDADE EDUCATIVA E GEST\u00c3O DO CURR\u00cdCULO NA EDUCA\u00c7\u00c3O PR\u00c9-ESCOLAR: AMBIGUIDADES E DESAFIOS NA IMPLEMENTA\u00c7\u00c3O DAS OCEPE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\">Isabel Lopes da Silva, Lourdes Mata, Manuela Rosa, Liliana Marques<\/p>\n\n\n\n<p>Esta confer\u00eancia ter\u00e1 como principal objetivo esclarecer algumas ambiguidades e desafios que se colocam na leitura e interpreta\u00e7\u00e3o das OCEPE. Partindo das OCEPE de 1997 procuraremos real\u00e7ar, n\u00e3o s\u00f3 a continuidade, como tamb\u00e9m clarificar as altera\u00e7\u00f5es introduzidas na reformula\u00e7\u00e3o de 2016. Pretende-se refletir sobre as dificuldades e quest\u00f5es que se colocam na sua implementa\u00e7\u00e3o, organizando-as em torno da intencionalidade educativa e da responsabilidade do educador na constru\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o do curr\u00edculo. Esta reflex\u00e3o ter\u00e1 em considera\u00e7\u00e3o aspetos como: a imagem de crian\u00e7a, o papel do educador no desenvolvimento articulado do curr\u00edculo, apoiado num processo cont\u00ednuo de planeamento e avalia\u00e7\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o dos diferentes intervenientes (profissionais, fam\u00edlias, crian\u00e7as) e, ainda, na articula\u00e7\u00e3o com o 1.\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico. Apontam-se tamb\u00e9m algumas implica\u00e7\u00f5es a ter em conta no futuro, com vista ao desenvolvimento de compet\u00eancias previstas no Perfil dos Alunos \u00e0 Sa\u00edda da Escolaridade Obrigat\u00f3ria, numa perspetiva de continuidade educativa.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">11 maio| 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 2 \u2013 A EMERG\u00caNCIA DA LEITURA E DA ESCRITA NA EDUCA\u00c7\u00c3O DE INF\u00c2NCIA E NO ENSINO B\u00c1SICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:<\/em><\/strong>&nbsp;<strong><em>Literacia emergente: Intencionalidade educativa e qualidade dos contextos de educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia<\/em><\/strong>                                                        \u2013 Lourdes Mata<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Existem perspetivas diferentes sobre a forma como as crian\u00e7as aprendem a linguagem escrita. A literacia emergente considera central o papel da crian\u00e7a no processo de descoberta e apropria\u00e7\u00e3o das conven\u00e7\u00f5es e conhecimentos sobre a leitura e a escrita. Considera tamb\u00e9m importante a qualidade dos contextos educativos (e.g. oportunidades de contacto, uso, tentativas de escrita, variedade de suportes, apoio dos profissionais).<br>Nesta apropria\u00e7\u00e3o da linguagem escrita por parte da crian\u00e7a, identificaram-se diferentes fases com carater\u00edsticas espec\u00edficas na forma de as crian\u00e7as pensarem e concetualizarem a escrita, por vezes originais e nem sempre totalmente coincidentes com as conven\u00e7\u00f5es inerentes ao sistema de escrita. Este processo \u00e9 gradual e depende da qualidade e variedade de oportunidades que cada crian\u00e7a tem para ver, usar e pensar sobre a linguagem escrita. Mais do que a t\u00e9cnica e o rigor na sua aplica\u00e7\u00e3o, a literacia emergente real\u00e7a a individualidade do pensamento das crian\u00e7as que serve de base para toda a a\u00e7\u00e3o educativa. Nesta comunica\u00e7\u00e3o procuraremos articular o resultado da investiga\u00e7\u00e3o nesta \u00e1rea com as suas implica\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica pedag\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:<\/em><\/strong>&nbsp;<strong><em>A abordagem \u00e0 escrita e \u00e0 leitura no contexto da educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia<\/em><\/strong>&nbsp;              \u2013 Adelaide Vala &amp; In\u00e1cia Santana<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Todos temos consci\u00eancia de que a crian\u00e7a, desde muito cedo, se confronta e vive com a linguagem escrita no seu meio envolvente: no caminho que faz at\u00e9 \u00e0 escola, quando passeia com a fam\u00edlia ou quando observa algu\u00e9m a escrever ou a ler. A partir das intera\u00e7\u00f5es que estabelece nestas situa\u00e7\u00f5es, ela vai elaborar conceptualiza\u00e7\u00f5es e quest\u00f5es relacionadas com a linguagem escrita, nem sempre tendo um interlocutor para poder dialogar sobre essas ideias, mas s\u00e3o elas que se tornar\u00e3o facilitadoras da sua entrada no complexo mundo da escrita. A escola poder\u00e1 tornar-se num local privilegiado onde a crian\u00e7a, com os seus pares e com os adultos, encontre esse interlocutor e, num di\u00e1logo sustentado, possa ter momentos para refletir e debater essas ideias, construindo aprendizagens sobre a pr\u00f3pria linguagem escrita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;A aprendizagem formal da escrita no 1.\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/em><\/strong>         \u2013 Helena Moreira &amp; In\u00e1cia Santana<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Apesar de m\u00faltiplos estudos convergirem na ideia de que as crian\u00e7as desenvolvem, desde muito cedo, in\u00fameras compet\u00eancias no dom\u00ednio da linguagem escrita, a sua entrada no 1.\u00ba CEB ainda constitui uma rutura, uma vez que a escola desvaloriza todas as aprendizagens j\u00e1 realizadas. Assim, ignorando tudo o que elas j\u00e1 constru\u00edram internamente, s\u00e3o-lhes ensinadas letras, num caminho de mecaniza\u00e7\u00e3o e de treino, pr\u00e9-determinado pelos m\u00e9todos dominantes refletidos nos manuais. Reserva-se, deste modo, \u00e0s crian\u00e7as o papel de objeto passivo de aprendizagens desprovidas de significado.<\/p>\n\n\n\n<p>Opondo-se determinantemente a estas perspetivas, o MEM tem vindo a construir, em coopera\u00e7\u00e3o e numa permanente problematiza\u00e7\u00e3o das nossas pr\u00e1ticas, uma abordagem que se demarca dos m\u00e9todos. Traduz-se na cria\u00e7\u00e3o de ambientes aut\u00eanticos de comunica\u00e7\u00e3o para que as crian\u00e7as, em intera\u00e7\u00e3o, se apropriem da linguagem escrita. Parte-se das suas produ\u00e7\u00f5es para as conceptualiza\u00e7\u00f5es, numa procura constante de coer\u00eancia pedag\u00f3gica, sustentada nas perspetivas socioculturais do desenvolvimento humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta comunica\u00e7\u00e3o, apresentar-se-\u00e1 uma pr\u00e1tica de sala de aula no 1\u00ba ano, organizada segundo o modelo pedag\u00f3gico do MEM. Focamo-nos nos processos atrav\u00e9s dos quais as crian\u00e7as, num sistema de coopera\u00e7\u00e3o, aprendem formalmente a escrever e a ler, partindo dos seus saberes e potenciando-os no interior de uma comunidade de aprendizagem que se procura desenvolver.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">17 maio| 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 3 \u2013&nbsp;TORNAR VIS\u00cdVEL O PENSAMENTO DA CRIAN\u00c7A: REVELANDO A APRENDIZAGEM<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:&nbsp;Tornar vis\u00edvel o pensamento da crian\u00e7a: Revelando a aprendizagem<\/em><\/strong>   \u2013 Renata Ara\u00fajo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;Reconhecer a compet\u00eancia da crian\u00e7a, significa, entre outros aspectos, reconhecer que a crin\u00e7a pensa e que ao pensar e interagir com o mundo, constroi teorias sobre ele. Dessa forma \u00e9 fundamental a presen\u00e7a de um educador que ao estar em contato com a crian\u00e7a, n\u00e3o apenas reconhe\u00e7a a pot\u00eancia de seus pensamentos, como crie contextos para torn\u00e1-lo vis\u00edvel, sobretudo, \u00e0s pr\u00f3prias crian\u00e7as. \u00c9 sobre esse aspecto que abordarei em minha apresenta\u00e7\u00e3o: a import\u00e2ncia de tornar vis\u00edvel o pensamento da crian\u00e7a e possibilitar que tanto os educadores quanto as pr\u00f3prias crian\u00e7as, identifiquem as aprendizagens constru\u00eddas e avancem em seus processos ao entrarem em contato com o pensamento revelado por meio da escuta, do questionamento, da documenta\u00e7\u00e3o e das rotinas de pensamento.<br>Esse estudo \u00e9 parte das pesquisas desenvolvidas pelo Project Zero, da Harvard Graduate School of Education, especialmente as pesquisas \u201cVisible Thinking\u201d e \u201cVisible Learners\u201d, que desenvolvem investiga\u00e7\u00f5es consistentes sobre a visibilidade do pensamento e da aprendizagem com o intuito de promover uma aprendizagem profunda. Essas pesquisas defendem a ideia de que n\u00e3o pensamos porque aprendemos, mas aprendemos porque pensamos. Dessa forma, torna-se necess\u00e1rio e fundamental, que o pensamento esteja no centro da aprendizagem e que possamos criar contextos para que todos os aprendizes \u201cpensem melhor\u201d. Da mesma forma, tornar vis\u00edvel o pensamento ao pr\u00f3prio pensante, ou seja, tornar consciente o pensamento, transforma a natureza da aprendizagem. Com esse intuito, os pesquisadores desenvolveram ferramentas que contribuem para construir uma nova cultura de pensamento tornando-o mais profundo e significativo em todas as idades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:&nbsp;O segredo da raposa: desocultar o invis\u00edvel<\/em><\/strong>                                                  \u2013 Nuno Gon\u00e7alves<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Na constru\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica di\u00e1ria do Educador de Inf\u00e2ncia, o envolvimento da crian\u00e7a, da sua ag\u00eancia, a participa\u00e7\u00e3o s\u00e3o \u201cvalores ativos\u201d na constru\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios e hist\u00f3rias de aprendizagem. De forma silenciosa e invis\u00edvel\u2026 Ouvir, sentir, incluir, s\u00e3o os princ\u00edpios fundamentais da implica\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a na defini\u00e7\u00e3o das estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas mais adequadas. Um profissional atento, dispon\u00edvel, intricado e reflexivo saber\u00e1 escutar e estar atento ao que \u201cn\u00e3o \u00e9 dito\u201d, \u201cn\u00e3o \u00e9 mostrado\u201d, n\u00e3o \u00e9\u2026Vis\u00edvel. Porque o segredo, como diz a Raposa ao pr\u00edncipezinho, \u00e9 que o essencial \u00e9 invis\u00edvel aos olhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;O beb\u00e9 extraterrestre e o adulto anfitri\u00e3o<\/em><\/strong>                                                     \u2013 Gra\u00e7a Bandola Cardoso<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;A crian\u00e7a que chega ao mundo assemelha-se ao extraterrestre que acabou de aterrar.<br>Chega e espanta-se perante o n\u00e3o conhecido. Maravilha-se e deslumbra-se com o novo.<br>Tudo \u00e9 desconhecido \u2013 e a descobrir; tudo \u00e9 novo \u2013 e a conhecer.<br>E entre o espanto e o maravilhamento, a crian\u00e7a descobre e descobre-se.<br>Ao olhar, ouvir, sentir, tocar, descobre as coisas e o que faz sobre as coisas.<br>Em intera\u00e7\u00e3o permanente, n\u00e3o passiva, n\u00e3o est\u00e1tica, a crian\u00e7a constitui-se como um ser com sentido de si pr\u00f3prio.<br>Age sobre o mundo. \u00c9 a\u00e7\u00e3o. Ainda que (\u201cs\u00f3\u201d) como observadora, \u00e9 ativa. A sua observa\u00e7\u00e3o do que a rodeia \u00e9 intensa e \u00e9 interpretativa.<br>L\u00ea e interage com o mundo. L\u00ea, age sobre, e interpreta o mundo.<br>Acreditar na crian\u00e7a ativa n\u00e3o significa hiperestimular.<br>O desafio para o adulto est\u00e1 em saber ouvi-la: n\u00e3o falantes, os beb\u00e9s dizem, chamam, anunciam e denunciam. \u00c9 o olhar, a m\u00edmica, o riso, o choro, o vocalizo\u2026 que interpelam o adulto e lhe indicam os caminhos para auxiliar as descobertas, aproximar o que \u00e9 distante, abeir\u00e1-la do que h\u00e1, e do que est\u00e1, \u00e0 sua volta.<br>Ao adulto anfitri\u00e3o cabe a dif\u00edcil, mas mais gratificante de todas as tarefas: apresentar o mundo \u00e0 crian\u00e7a e apreciar, encantado, o seu maravilhamento.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">25 maio| 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 4 \u2013 A Forma\u00e7\u00e3o inicial de Educadores e Professores: Desafios para o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:&nbsp;Forma\u00e7\u00e3o inicial: a primeira etapa do processo de desenvolvimento profissional<\/em><\/strong>                                                                                                                                                                \u2013 Maria Jo\u00e3o Cardona<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Esta reflex\u00e3o centra-se na forma\u00e7\u00e3o inicial dos\/as educadores\/as de inf\u00e2ncia e dos\/as professores\/as do 1\u00ba ciclo do ensino b\u00e1sico.<br>Desde 1986 (altura em que esta forma\u00e7\u00e3o passou a pertencer ao ensino superior), at\u00e9 \u00e0 atualidade, t\u00eam sido muitas as mudan\u00e7as definidas, s\u00e3o muitos os desafios existentes.<br>Partindo de uma an\u00e1lise gen\u00e9ricas destas mudan\u00e7as e das suas implica\u00e7\u00f5es, ser\u00e1 feita uma reflex\u00e3o mais detalhada sobre os seguintes aspetos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>a articula\u00e7\u00e3o entre a dimens\u00e3o te\u00f3rica e pr\u00e1tica da forma\u00e7\u00e3o;<\/li><li>a articula\u00e7\u00e3o entre a forma\u00e7\u00e3o inicial e a forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:&nbsp;Do passado ao futuro da forma\u00e7\u00e3o de Educadores\/Professores: a atualidade abre novos desafios<\/em><\/strong>                                                                                                                          \u2013 Teresa Sarmento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo;<\/strong>&nbsp;Tornar-se educador\/professor \u00e9 um processo individual e, ao mesmo tempo, coletivo, que exige a simbiose interna da a\u00e7\u00e3o, da experi\u00eancia e da emo\u00e7\u00e3o, no sentido de se constituir como uma a\u00e7\u00e3o total de uma pessoa no desempenho de uma profiss\u00e3o espec\u00edfica. A forma\u00e7\u00e3o inicial de educadores e professores, primeira fase formal de prepara\u00e7\u00e3o para o exerc\u00edcio profissional, tem j\u00e1 uma hist\u00f3ria bem sedimentada em Portugal, desde o seu car\u00e1ter meramente experiencial \u00e0 \u2018universitariza\u00e7\u00e3o\u2019 da mesma, marcada, naturalmente, por diferentes conce\u00e7\u00f5es educativas e desenvolvida em tempos sociais de condi\u00e7\u00f5es diversas. A presente comunica\u00e7\u00e3o parte de uma abordagem sobre princ\u00edpios basilares da forma\u00e7\u00e3o de professores, para, depois de uma breve sinaliza\u00e7\u00e3o dos diferentes per\u00edodos da sua hist\u00f3ria, nos centrarmos na an\u00e1lise da atualidade, procurando desocultar problem\u00e1ticas e potencialidades existentes, e abrindo reptos para este desafio que \u00e9 formar educadores e professores para um futuro, que agora sabemos melhor que \u00e9 incerto, mas em que tem que permanecer a garantia da educa\u00e7\u00e3o como um direito das crian\u00e7as, prevenido e promovido pelos seus educadores e professores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;O Sonho, o Desafio, a Filosofia e o Futuro \u2013 da teoria \u00e0 pr\u00e1tica<\/em><\/strong>               \u2013 Rui Ingl\u00eas, Patr\u00edcia Serra, Raquel Bom da Costa, Leonor Maio &amp; Vasco Esp\u00edrito Santo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;<em>O Sonho , o Desafio, a Filosofia e o Futuro&nbsp;<\/em>\u2013 Rui Ingl\u00eas<br><em>A pr\u00e1tica \u2013 a implementa\u00e7\u00e3o da filosofia, o caminho<\/em>&nbsp;\u2013 Patr\u00edcia Serra e Raquel Bom da Costa<br><em>A experi\u00eancia e o depois&nbsp;<\/em>\u2013 Leonor Maio e Vasco Esp\u00edrito Santo<\/p>\n\n\n\n<p>A Institui\u00e7\u00e3o de Ensino Particular \u201cO Jardim do Fraldinhas\u201d, iniciou a sua atividade em setembro de 2004, nas vertentes de Creche e Jardim de Inf\u00e2ncia. Decorrida mais de uma d\u00e9cada de atividade, surgiu a val\u00eancia de 1.\u00ba ciclo, com o projeto educativo Casa da \u00c1rvore.<br>Este projeto vem permitir dar continuidade a uma vis\u00e3o pedag\u00f3gica, onde a aprendizagem \u00e9 sustentada no prazer da descoberta e a escola n\u00e3o \u00e9 vista como uma institui\u00e7\u00e3o fechada sobre si mesma, mas de portas abertas para o mundo.<br>Os professores d\u2019A Casa da \u00c1rvore, ao inv\u00e9s de debitarem saberes, orientam as aprendizagens, estimulam a sede de conhecimento e incentivam as crian\u00e7as a vencerem obst\u00e1culos e a irem mais al\u00e9m. S\u00e3o, por isso, professores-tutores.<br>Diariamente, cada crian\u00e7a \u00e9 respeitada na sua individualidade e os professores-tutores desenvolvem estrat\u00e9gias que permitem aos alunos serem mais aut\u00f3nomos, mais respons\u00e1veis, mais interventivos, mais solid\u00e1rios e, acima de tudo, a serem felizes.<br>Alicer\u00e7ada em metodologias que privilegiam uma educa\u00e7\u00e3o ativa, o trabalho de projeto \u00e9 a base s\u00f3lida onde se edifica o conhecimento. A interdisciplinaridade \u00e9 essencial para o desenvolvimento dos projetos, que resultam da curiosidade dos alunos e o curr\u00edculo \u00e9 trabalhado numa din\u00e2mica transversal. Os conte\u00fados s\u00e3o abordados atrav\u00e9s de experi\u00eancias de aprendizagem que envolvem todos os alunos no seu percurso, respeitando o ritmo individual de cada um.<br>Na Casa da \u00c1rvore trabalha-se o indiv\u00edduo na sua plenitude. Trabalhar os valores, atitudes e os comportamentos para al\u00e9m do curr\u00edculo \u00e9 essencial para que esse indiv\u00edduo possa crescer em plena harmonia. Queremos prepar\u00e1-lo para os desafios de hoje, enriquecendo o amanh\u00e3. Acreditamos, que os desafios para o futuro s\u00e3o na realidade as conquistas do presente.<br>A Casa da \u00c1rvore tem, por isso, o aconchego de um ninho, a amplitude de um olhar sobre o mundo e a maravilhosa imagina\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a.<br>\u201cA Aprendizagem acontece quando nos encantamos \u2026\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">01 junho | 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 5 \u2013&nbsp;SER CRIAN\u00c7A: A URG\u00caNCIA DA ARTE E DA NATUREZA NO CONTEXTO EDUCATIVO PORTUGU\u00caS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:&nbsp;Ser Crian\u00e7a no espa\u00e7o natural: a magia da nossa ess\u00eancia<\/em><\/strong>                   \u2013 Carlos Neto<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>As mem\u00f3rias de inf\u00e2ncia ligadas \u00e0 aventura e jogo com a natureza dificilmente se esquecem. Sair de casa e desfrutar o ar livre \u00e9 uma atividade sempre importante na nossa forma\u00e7\u00e3o motora, psicol\u00f3gica e social. Sair de casa para fazer o qu\u00ea? Para onde ir? O que podemos fazer? O que podemos descobrir de novo? Como podemos ser mais ativos? Brincar a qu\u00ea?<br>Podemos visualizar o envolvimento f\u00edsico (jardins p\u00fablicos, espa\u00e7os de jogo, florestas naturais ou protegidas, jardins bot\u00e2nicos, espa\u00e7os de aventura, lagos naturais ou constru\u00eddos, etc.), descobrir as suas caracter\u00edsticas, explorar as suas possibilidades de a\u00e7\u00e3o (subir \u00e0s \u00e1rvores, escorregar, enrolar-se no solo, esconder-se, jogar \u00e0 bola, rolar de patins, skate, mexer e chapinhar na \u00e1gua \u2013 como \u00e9 bom sujar-se, apanhar bichos de conta, tocar em pedras, pauzinhos, arbustos, correr, saltar, lan\u00e7ar, dan\u00e7ar, equilibrar-se, etc.) e desfrutar os ensinamentos do seu funcionamento. A magia da natureza pode ser percebida atrav\u00e9s de experi\u00eancias realizadas em espa\u00e7os naturais ou constru\u00eddos. Cada sa\u00edda de casa ou da escola, pode ser uma aventura para todos, desfrutando o clima e o espa\u00e7o natural. Cada sa\u00edda \u00e9 uma aventura diferente. Interagir com a natureza pode ser feita de diversas formas: umas mais ativas ou outras mais contemplativas. Observar a vida animal, apurar os sentidos, aumentar o n\u00edvel de mobilidade ao ar livre, s\u00e3o elementos constituintes da aprendizagem de estilos saud\u00e1veis ao longo da vida. Porque brincar ao longo da vida aprende-se na inf\u00e2ncia.<br>Brincar de forma livre com o espa\u00e7o natural atrav\u00e9s da exposi\u00e7\u00e3o do nosso corpo com a imprevisibilidade suscitada a cada instante pelos constrangimentos da natureza, constitui a forma mais ancestral de sabedoria conquistada pela humanidade. A nossa mem\u00f3ria como esp\u00e9cie animal no tempo evolutivo tem mais de cinco milh\u00f5es de anos, dos quais 99.999% vividos em contato com a natureza e 0,0001% vividos na cidade (idade digital?). Essa capacidade de adapta\u00e7\u00e3o ao meio natural foi estruturada durante longos anos, e desde muito cedo, porque somos a \u00fanica esp\u00e9cie animal com a inf\u00e2ncia mais prolongada no tempo. Como podemos desperdi\u00e7ar esse legado ancestral e termos procedido a um \u201ccorte de experi\u00eancia de desenvolvimento com a natureza\u201d nas crian\u00e7as do nosso tempo, impondo uma l\u00f3gica de funcionamento artificial, constru\u00edda e racional? Por isso se torna muito importante brincar na inf\u00e2ncia ao ar livre. Primeiro \u00e9 preciso decidir sair de casa, ou da escola, para depois poder observar e experimentar o poder e a magia dos contrastes da vida livre ao ar livre e de prefer\u00eancia na natureza. Criar conex\u00e3o com a natureza numa dimens\u00e3o n\u00e3o formal \u00e9 expandir a aprendizagem expressiva do nosso corpo de forma direta, intencional e sustent\u00e1vel, constru\u00e7\u00e3o de conhecimento atrav\u00e9s da aten\u00e7\u00e3o indireta e atrav\u00e9s de uma empatia socio emocional entre pares que permanece para o resto da vida. Atrav\u00e9s do contato com a natureza podemos desenvolver a nossa \u201cm\u00e1quina\u201d humana sensorial e percetiva, pela estimula\u00e7\u00e3o visual, auditiva, tato, cheiro, tocar, etc., atrav\u00e9s do sistema propriocetivo, vestibular e quinest\u00e9sico, numa conjuga\u00e7\u00e3o complexa de perce\u00e7\u00f5es da temperatura, humidade, tempo e espa\u00e7o. Entendemos tamb\u00e9m os conceitos de adapta\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7a, diversidade e inter-rela\u00e7\u00f5es. Todos percebemos no relacionamento com a natureza, inclusivamente as crian\u00e7as, a necessidade de criar uma cultura sustent\u00e1vel da vida humana e do nosso planeta.<br>A educa\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o da natureza, promove de forma expl\u00edcita o convite ao brincar, ser ativo e mudan\u00e7as de padr\u00f5es de jogo, devido \u00e0 multiplicidade de contrastes nas superf\u00edcies e variantes dos declives do terreno, tipos de vegeta\u00e7\u00e3o e de \u00e1rvores, altern\u00e2ncia climat\u00e9rica, fauna, locais secretos, materiais soltos, estruturas trep\u00e1veis, etc. Uma educa\u00e7\u00e3o ambiental na inf\u00e2ncia n\u00e3o se pode implementar de forma abstrata. As crian\u00e7as precisam de estudar e experimentar a natureza de forma concreta, descobrindo a sua forma de funcionamento, explorando os seus segredos e criando empatia e vincula\u00e7\u00e3o afetiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:&nbsp;A Crian\u00e7a de m\u00e3os dadas com a Obra de Arte<\/em><\/strong>                                                \u2013 Rita Rovisco<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;\u00c9 Natural na crian\u00e7a a curiosidade.O ambiente em que se desenvolve deve adequar-se \u00e0 sua natureza. Cabe ao educador ampli\u00e1-lo e proporcionar-lhe oportunidades que enrique\u00e7am a sua conex\u00e3o com o seu mundo: novas perspetivas, novas rela\u00e7\u00f5es e novas descobertas.<\/p>\n\n\n\n<p>Aculturar as nossas crian\u00e7as da hist\u00f3ria, do belo, das vidas passadas, do que outros olhos viram e registaram, da import\u00e2ncia que \u00e9 no desenvolvimento a express\u00e3o, no poder que tem a express\u00e3o, no respeito por opini\u00f5es diferentes, no acreditar que imaginando a obra acontece, na multiplicidade de seres que todos somos. \u00c9 inspir\u00e1-los a criar um mundo melhor. Mostrando-lho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;A urg\u00eancia da natureza: do princ\u00edpio vital \u00e0 experi\u00eancia est\u00e9tica<\/em><\/strong>      \u2013 Of\u00e9lia Lib\u00f3rio &amp; Aida Figueiredo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Em Portugal os espa\u00e7os exteriores n\u00e3o s\u00e3o suficientemente valorizados em Educa\u00e7\u00e3o de Inf\u00e2ncia. No entanto, j\u00e1 foi evidenciada a import\u00e2ncia das experi\u00eancias de \u201crua\u201d para as crian\u00e7as, para o seu desenvolvimento enquanto seres individuais e, sobretudo, enquanto atores sociais que habitam o planeta Terra. O contacto com a natureza \u00e9 um direito das crian\u00e7as pelo que lhes proporciona e \u00e9 tamb\u00e9m experi\u00eancia essencial de educa\u00e7\u00e3o ambiental.<br>Esta comunica\u00e7\u00e3o baseia-se na experi\u00eancia educativa em jardins de inf\u00e2ncia da rede p\u00fablica do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, do concelho de Coimbra, realizada no presente ano letivo. Uma experi\u00eancia enquadrada num projeto de investiga\u00e7\u00e3o-a\u00e7\u00e3o, intitulado \u201cRua com eles\u201d, que pretendeu proporcionar \u00e0s crian\u00e7as mais experi\u00eancias de brincar ao ar livre, apoiar mudan\u00e7as nos espa\u00e7os exteriores dos jardins de inf\u00e2ncia e sensibilizar toda a comunidade educativa para a import\u00e2ncia educativa desses espa\u00e7os.<br>A experi\u00eancias est\u00e9ticas de usufruto e cria\u00e7\u00e3o a partir da natureza surgiram naturalmente. A natureza \u00e9 rica em possibilidades est\u00e9ticas e \u00e9 inspiradora de experi\u00eancias art\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">08 junho | 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 6 \u2013&nbsp;PEDAGOGIA E CURR\u00cdCULO NA CRECHE: ARQUITETURA DE UM CONTEXTO SUBLIME<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:&nbsp;Pol\u00edticas, servi\u00e7os e pr\u00e1ticas promotores de bem-estar e desenvolvimento das crian\u00e7as entre os 0 e 3 anos de idade: linhas de pensamento e de a\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>                                                                                                                                                                            \u2013 Gabriela Portugal<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Desde os trabalhos cl\u00e1ssicos de Bronfenbrenner aos posicionamentos atuais de v\u00e1rias entidades e especialistas mundialmente reconhecidos, encontramos unanimidade relativamente ao que s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es favorecedoras de bem-estar e desenvolvimento das crian\u00e7as. Na linha da perspetiva ecol\u00f3gica do desenvolvimento, destaca-se a import\u00e2ncia da articula\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de sa\u00fade, educativos, sociais, culturais, de pol\u00edticas laborais, de habita\u00e7\u00e3o, etc., no apoio a crian\u00e7as e fam\u00edlias. Tal rede \u00e9 vista como determinante para enfrentar desigualdades estruturais e travar fatores de risco para o desenvolvimento infantil. Nesta rede, foquemos o servi\u00e7o socioeducativo creche. N\u00e3o basta que exista e que esteja garantido o acesso universal. \u00c9 indispens\u00e1vel que seja um servi\u00e7o de elevada qualidade. Sabemos que contextos de elevada qualidade desenvolvem curr\u00edculos e constroem ambientes de aprendizagem que visam o desenvolvimento de fun\u00e7\u00f5es executivas e de autorregula\u00e7\u00e3o; abra\u00e7am projetos pedag\u00f3gicos fortalecedores da ag\u00eancia infantil; valorizam a participa\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias e comunidades nos processos de aprendizagem e desenvolvimento das crian\u00e7as; em particular junto das crian\u00e7as\/fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de desvantagem, fornecem respostas contingentes \u00e0s necessidades. Sabemos tamb\u00e9m que creches de elevada qualidade envolvem capacita\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais, sal\u00e1rios adequados e o justo reconhecimento do seu papel e tempo de servi\u00e7o.<br>A partir destas linhas de pensamento, nesta comunica\u00e7\u00e3o, \u2018arquitetam-se\u2019 possibilidades de a\u00e7\u00e3o para um contexto sublime, a creche.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:&nbsp;Escutar o pensar, sentir e fazer de educadoras de inf\u00e2ncia em creche<\/em><\/strong>               \u2013 Isabel Correia<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;Ampliar a reflex\u00e3o sobre pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas com beb\u00eas e crian\u00e7as pequenas, \u00e9 uma necessidade urgente, j\u00e1 que durante anos foi negado aos beb\u00eas o direito a um espa\u00e7o de qualidade que os contemple enquanto sujeitos de direitos. Cabe lembrar que n\u00e3o se trata de defender que a educa\u00e7\u00e3o se sobreponha aos cuidados, mas que eles sejam indissoci\u00e1veis, contribuindo, por um lado, para que as creches se configurem como lugares de encontro e aprendizagem entre crian\u00e7as e adultos (fam\u00edlias e profissionais), rompendo com conce\u00e7\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o normativa e, por outro, onde a profissionalidade dos educadores de inf\u00e2ncia seja valorizada. Tal facto, implica que a interven\u00e7\u00e3o do educador no contexto de creche, se revista de algumas especificidades, no sentido de ultrapassar a vis\u00e3o assistencialista e atribuir intencionalidade educativa \u00e0 a\u00e7\u00e3o do quotidiano. Na presente comunica\u00e7\u00e3o, damos a conhecer um estudo desenvolvido com seis educadoras de inf\u00e2ncia a intervir em contexto de creche, onde se procurou conhecer a sua profissionalidade e algumas vertentes das suas identidades profissionais. A sua escuta permitiu perceber a complexidade, abrang\u00eancia e responsabilidade do seu campo de atua\u00e7\u00e3o, nomeadamente a natureza das suas fun\u00e7\u00f5es, as finalidades e os sentidos atribu\u00eddos, bem como os fazeres das suas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas com as crian\u00e7as e com os adultos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;OuVer: escuta e participa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a na Creche<\/em><\/strong>                            \u2013 M\u00f3nica Rolo<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>Assegurar bem-estar e desenvolvimento pleno de crian\u00e7as entre os 0 e os 3 anos \u00e9 uma miss\u00e3o complexa que exige a constru\u00e7\u00e3o de uma gram\u00e1tica adequada \u00e0 primeira inf\u00e2ncia, centrada na a\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria crian\u00e7a e na consci\u00eancia da import\u00e2ncia do seu papel como agente do seu processo educativo.<br>Urge contribuir para a cria\u00e7\u00e3o de contextos ricos, assentes na educa\u00e7\u00e3o experiencial com o foco no bem-estar emocional das crian\u00e7as, capazes de responder de forma equitativa, estimulante e significativa aos interesses e necessidades de cada crian\u00e7a e das suas fam\u00edlias.<br>\u00c9 imprescind\u00edvel que sejamos capazes de manter o foco nas respostas \u00e0s necessidades, \u00e0 curiosidade, aos cuidados e \u00e0s experi\u00eancias quotidianas com vista ao desenvolvimento de rela\u00e7\u00f5es v\u00e1lidas e duradouras na vida de cada uma. Tendo como pano de fundo os fundamentos e princ\u00edpios da pedagogia para a inf\u00e2ncia, importa perceber que pr\u00e1ticas demasiado orientadas n\u00e3o apenas s\u00e3o ineficazes como podem ser prejudiciais \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da personalidade da crian\u00e7a.<br>Desta forma, a intencionalidade pedag\u00f3gica desenvolve-se a partir da escuta e da participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as, na forma como cada contexto adequa as propostas ao n\u00edvel dos cuidados e da educa\u00e7\u00e3o, garante o seu direito \u00e0 participa\u00e7\u00e3o e a exercer influ\u00eancia nos assuntos que lhes dizem respeito e ter oportunidade de ser ouvida e de ver as suas opini\u00f5es tidas em conta.<br>S\u00f3 assim ser\u00e1 poss\u00edvel assegurar que estamos aptos para responder aos interesses e necessidades individuais da crian\u00e7a e construir rela\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas de confian\u00e7a e seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">15 junho | 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 7 \u2013&nbsp;DA ESCUTA \u00c0 AG\u00caNCIA DA CRIAN\u00c7A: SER SUJEITO, ATOR E AUTOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM&nbsp;(INFORMA\u00c7\u00c3O EM ATUALIZA\u00c7\u00c3O)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1: A Documenta\u00e7\u00e3o Pedag\u00f3gica: A Harmoniza\u00e7\u00e3o das Vozes<\/em><\/strong>                                                                            \u2013 J\u00falia Oliveira-Formosinho<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>A Pedagogia-em-Participa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma perspetiva pedag\u00f3gica desenvolvida por mim e por Jo\u00e3o Formosinho em contextos de educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia a partir dos anos 1990, no \u00e2mbito da a\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Crian\u00e7a. Esta perspetiva pertence \u00e2 fam\u00edlia te\u00f3rica das pedagogias participativas, acentua a Pedagogia como a constru\u00e7\u00e3o de quotidianos educativos democr\u00e1ticos e desenvolve-se atrav\u00e9s de forma\u00e7\u00e3o participada em contexto de trabalho. Os quotidianos democr\u00e1ticos exigem uma harmoniza\u00e7\u00e3o de vozes que n\u00e3o se desenvolve de forma espontane\u00edsta nem como mera ret\u00f3rica sobre a participa\u00e7\u00e3o, antes apelam a uma forma\u00e7\u00e3o profissional longa, exigente e apoiada que promove o di\u00e1logo entre reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Paulo Freire ensinou-nos que os processos de transforma\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o educativa exigem que os profissionais tenham acesso \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o dos saberes pela reflex\u00e3o transformadora da a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesta confer\u00eancia interrogo como tornar fecundos os processos de desenvolvimento profissional de inspira\u00e7\u00e3o freiriana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2: <strong>Pedagogia e curr\u00edculo na educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia: o risco da escolifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/strong>                                                                                                                                                                             \u2013 Jo\u00e3o Formosinho<\/p>\n\n\n\n<p>Celebrou-se o ano passado o centen\u00e1rio do nascimento de Loris Malaguzzi, fundador da perspetiva pedag\u00f3gica de Reggio Emilia, cuja heran\u00e7a pedag\u00f3gica \u00e9 um manancial para a educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia, pois ele foi o maior inspirador das pedagogias participativas do s\u00e9culo vinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Celebrou-se tamb\u00e9m o ano passado os cinquenta anos da publica\u00e7\u00e3o do livro seminal de Paulo Freire A Pedagogia do Oprimido, que, com o conjunto da sua obra, constitui um desafio para pensar a praxis de forma\u00e7\u00e3o como procura de liberdade, de \u00e9tica e de partilha do poder.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o celebra\u00e7\u00f5es importantes de um desenvolvimento pedag\u00f3gico na educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia no s\u00e9culo passado<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia da escolifica\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia que estamos a assistir, iremos analisar o risco da extens\u00e3o desta tend\u00eancia regressiva da educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-escolar para a educa\u00e7\u00e3o em creche.<\/p>\n\n\n\n<p>Terminaremos lembrando que a melhor forma de evitar a escolifica\u00e7\u00e3o progressiva da educa\u00e7\u00e3o de inf\u00e2ncia \u00e9 desenvolver pedagogias participativas que envolvam cada crian\u00e7a e cada profissional na constru\u00e7\u00e3o dos quotidianos educativos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:&nbsp;Planejar caminhos de aprendizagens com as crian\u00e7as: intencionalidade, sustenta\u00e7\u00e3o e restitui\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>                                                                                           \u2013 Paulo Fochi<\/p>\n\n\n\n<p>As reflex\u00f5es e provoca\u00e7\u00f5es partilhadas a respeito do planejamento partem da experi\u00eancia em curso que temos desenvolvido junto \u00e0s escolas do Observat\u00f3rio da Cultura Infantil \u2013 OBECI. O OBECI \u00e9 uma comunidade de apoio ao desenvolvimento profissional no sul do Brasil que envolve 6 escolas (3 p\u00fablicas e 3 privadas) e que tem como objetivo a promo\u00e7\u00e3o e a sustenta\u00e7\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o dos contextos educativos. Nesta comunidade, o planejamento se insere um aparato instrumental projetual articulado com uma certa compreens\u00e3o de documenta\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica enquanto uma estrat\u00e9gia para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento praxiol\u00f3gico. O interesse por pensar a respeito deste tema se d\u00e1 a partir da necessidade de problematizar os instrumentos que utilizamos para ler a realidade, refleti-la, problematiz\u00e1-la e projetar a a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica em creches e pr\u00e9-escolas de modo que atendam \u00e0 complexidade das crian\u00e7as e \u00e0s especificidades da Educa\u00e7\u00e3o Infantil.<\/p>\n\n\n\n<p><br>____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#004932\">22 junho | 17:30<strong><br>CONFER\u00caNCIA 8 \u2013&nbsp;EDUCA\u00c7\u00c3O DE INF\u00c2NCIA @ DIST\u00c2NCIA: O PAPEL DAS INSTITUI\u00c7\u00d5ES E DAS FAM\u00cdLIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 1:&nbsp;Compartilhar e n\u00e3o transferir a educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as: desaprendendo e reaprendendo com a pandemia<\/em><\/strong>                                                                              \u2013 Gabriel de Andrade Junqueira Filho<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;No que diz respeito ao papel da escola e da fam\u00edlia na educa\u00e7\u00e3o das inf\u00e2ncias, o advento da pandemia pela covid-19 \u00e9 revelador e precioso: por um lado, exp\u00f5e e intensifica a tens\u00e3o pr\u00e9-pandemia entre compartilhamento e transfer\u00eancia \u2013 terceiriza\u00e7\u00e3o \u2013 da educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as; por outro, convida \u00e0 revis\u00e3o reflexiva do que \u00e9 ser crian\u00e7a, ser pai, m\u00e3e, fam\u00edlia, professora, professor, escola, do que \u00e9 educar as crian\u00e7as e as inf\u00e2ncias \u2013 presencialmente e @ dist\u00e2ncia \u2013, (re) aproximando e ressignificando os v\u00ednculos entre os sujeitos dessas duas institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 2:&nbsp;A educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia: um reflexo da escola que somos<\/em><\/strong>                \u2013 M\u00f3nica Resende<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:&nbsp;<\/strong>A escola como organismo detentor de uma identidade, com valores e pr\u00e1ticas conscientes, inspiradas na abordagem Malaguzziana, \u00e9 um lugar de encontros, de partilhas, de socializa\u00e7\u00e3o. Pensar o papel das institui\u00e7\u00f5es e das fam\u00edlias nesta realidade, \u00e9 uma reflex\u00e3o que tem como base uma palavra: rela\u00e7\u00e3o. \u201cUma rela\u00e7\u00e3o que assenta na comunica\u00e7\u00e3o\u201d, como nos referem as Orienta\u00e7\u00f5es Curriculares para a Educa\u00e7\u00e3o Pr\u00e9-escolar.<br>Mas como poderemos manter uma comunica\u00e7\u00e3o eficaz num contexto de educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia?<br>A exist\u00eancia de um canal de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 nuclear para manter as pr\u00e1ticas, a rela\u00e7\u00e3o. Posicionando o Educador como protagonista desta intera\u00e7\u00e3o com crian\u00e7as e fam\u00edlias, questionamo-nos sobre as possibilidades e as condicionantes na dinamiza\u00e7\u00e3o desta educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia. Considerando como essencial o cuidar, a rela\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as com a escola e com os seus habitantes, acreditamos que o educador \u00e9 o elemento chave na promo\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de encontros que fomente a continuidade das rela\u00e7\u00f5es. A arquitetura destes encontros \u00e9 basilar para que as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas identit\u00e1rias mantenham o seu espa\u00e7o, assumindo uma perspetiva ajustada ao contexto familiar, ao contexto do grupo e que respeite os pais na sua din\u00e2mica pessoal e profissional.<br>Uma pr\u00e1tica pedag\u00f3gica desafiada por novas condicionantes \u00e9 sempre um ponto de partida para refletir e uma oportunidade para colocar em perspetiva toda a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-background\" style=\"background-color:#e55838\"><strong><em>COMUNICA\u00c7\u00c3O 3:<\/em><\/strong><em>&nbsp;<strong>A Imagem Digital na Educa\u00e7\u00e3o de Inf\u00e2ncia<\/strong><\/em>                                                      \u2013 Ana Sofia Godinho<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;Ningu\u00e9m estava preparado para uma pandemia desta dimens\u00e3o, que em pouco tempo, obrigou-nos a readaptar, reaprender a aprender, reaprender a ensinar e principalmente reaprender a viver. Com o encerramento das escolas e, com o afastamento social provocado pela COVID-19, a tecnologia surge como a resposta imediata para garantir a liga\u00e7\u00e3o entre a escola e a casa. O Munic\u00edpio de \u00d3bidos, atrav\u00e9s dos programas Crescer Melhor e F\u00e1brica da Criatividade, concebeu uma resposta digital, garantindo uma rotina di\u00e1ria com atividades l\u00fadicas, interativas e din\u00e2micas. Rapidamente, a resposta digital destes programas ultrapassou o territ\u00f3rio de \u00d3bidos e, as atividades propostas alcan\u00e7aram milhares de pessoas em mais de 15 pa\u00edses como Brasil, Espanha, Fran\u00e7a, Su\u00ed\u00e7a, Reino Unido, Canad\u00e1, B\u00e9lgica, It\u00e1lia, Alemanha, Angola, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>04 maio| 17:30CONFER\u00caNCIA 1 \u2013&nbsp;INTENCIONALIDADE EDUCATIVA E GEST\u00c3O DO CURR\u00cdCULO NA EDUCA\u00c7\u00c3O PR\u00c9-ESCOLAR: AMBIGUIDADES E DESAFIOS NA IMPLEMENTA\u00c7\u00c3O DAS OCEPE Isabel Lopes da Silva, Lourdes Mata, Manuela Rosa, Liliana Marques Esta confer\u00eancia ter\u00e1 como principal objetivo esclarecer algumas ambiguidades e desafios que se colocam na leitura e interpreta\u00e7\u00e3o das OCEPE. 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