{"id":268,"date":"2017-09-14T22:56:26","date_gmt":"2017-09-14T22:56:26","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/?page_id=268"},"modified":"2017-09-22T18:24:39","modified_gmt":"2017-09-22T18:24:39","slug":"se-catedral","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/se-catedral\/","title":{"rendered":"S\u00e9 Catedral"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-565 aligncenter\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/S\u00e9.png\" alt=\"\" width=\"786\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/S\u00e9.png 786w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/S\u00e9-300x118.png 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/S\u00e9-768x302.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\">A constru\u00e7\u00e3o da S\u00e9<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">A eleva\u00e7\u00e3o de Leiria a diocese deu-se a <strong>22 de maio de 1545<\/strong> por bula papal de Paulo III, decretando a igreja de Santa Maria da Pena como S\u00e9 Catedral <a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. A 13 de junho do mesmo ano, D. Jo\u00e3o III eleva Leiria \u00e0 categoria de cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-371 alignright\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0270-e1505729170752.jpg\" alt=\"\" width=\"252\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0270-e1505729170752.jpg 2673w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0270-e1505729170752-169x300.jpg 169w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0270-e1505729170752-768x1365.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0270-e1505729170752-576x1024.jpg 576w\" sizes=\"auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px\" \/>O primeiro bispo da diocese de Leiria foi Frei Br\u00e1s de Barros. Durante o tempo em que este esteve \u00e0 frente da diocese o estatuto de catedral foi transferido da igreja de Santa Maria da Pena para a igreja de S\u00e3o Pedro, no entanto, tamb\u00e9m esta igreja veio a revelar-se inadequada para a fun\u00e7\u00e3o. Assim, em 1546 Frei Br\u00e1s de Barros fez dilig\u00eancias junto de D. Jo\u00e3o III <a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> para que se constru\u00edsse uma igreja &#8220;conueniente em lugar homde commodamente e com menos opresam&#8221; (Jorge, V. <em>et al.,<\/em>\u00a02005) os fies pudessem assistir aos of\u00edcios lit\u00fargicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1550 d\u00e1-se a coloca\u00e7\u00e3o da primeira pedra, sendo as obras levadas a cabo pelo arquiteto Afonso \u00c1lvares que chegou \u00e0 cidade em julho de 1551 com a planta da nova S\u00e9. O in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o efetiva da S\u00e9 deu-se em 1559. Esta constru\u00e7\u00e3o passou por v\u00e1rias fases a salientar\u00a0<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[3]<\/a>: 1570 inicia-se a constru\u00e7\u00e3o do corpo do templo; 1571 conclus\u00e3o do corpo do templo; 1572 conclus\u00e3o da frontaria; 1573 conclus\u00e3o do telhado da Igreja. A S\u00e9 ter\u00e1 sido sagrada e conclu\u00edda no seu essencial <a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[4]<\/a> em 1574.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como uma das consequ\u00eancias do terramoto de 1755, o al\u00e7ado principal foi parcialmente destru\u00eddo tendo ocorrido tamb\u00e9m graves danos no tramo adjacente \u00e0 entrada. Os trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o iniciaram-se logo ap\u00f3s o terramoto, era bispo Frei Jo\u00e3o da Porta (1746-1760), e foram continuados pelo seu sucessor, Frei Miguel Bulh\u00f5es e Sousa\u00a0<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[5]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A decad\u00eancia do bispado de Leiria teve na sua origem as invas\u00f5es francesas \u00e0 cidade leiriense e as lutas civis, datando a sua extin\u00e7\u00e3o de 1882. Contudo, a diocese \u00e9 restabelecida em 1918, sendo designada de \u201cLeiria-F\u00e1tima\u201d desde 1984.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A S\u00e9 de Leiria \u00e9 desde novembro de 2014 monumento nacional <a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[6]<\/a>, sendo englobado nesta classifica\u00e7\u00e3o o claustro, o adro envolvente, a torre sineira e a casa do sineiro. \u00a0<em>\u201cA S\u00e9 de Leiria \u00e9 um edif\u00edcio s\u00f3brio, cujo sentido da harmonia resulta essencialmente do c\u00e1lculo matem\u00e1tico das suas propor\u00e7\u00f5es, em que <strong>a diagonal dos tramos das naves laterais \u00e9 igual \u00e0 largura da nave central e metade da largura desta mais a largura da nave lateral \u00e9 igual \u00e0 diagonal dos tramos laterais<\/strong>. Salienta\u2010se, como particularidade, a aus\u00eancia de torre sineira no edif\u00edcio. Antes da constru\u00e7\u00e3o dos cemit\u00e9rios, a S\u00e9 foi a principal necr\u00f3pole da cidade.\u201d <\/em>(&#8220;Patrim\u00f3nio Classificado e em vias de Classifica\u00e7\u00e3o&#8221;).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt\"><strong>Marcas com significado<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-283 alignright\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/C\u00f3pia-de-IMG_0488.jpg\" alt=\"\" width=\"262\" height=\"174\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/C\u00f3pia-de-IMG_0488.jpg 4752w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/C\u00f3pia-de-IMG_0488-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/C\u00f3pia-de-IMG_0488-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/C\u00f3pia-de-IMG_0488-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 262px) 100vw, 262px\" \/>Do lado direito da porta principal da S\u00e9 de Leiria podemos encontrar esta marca que pertence \u00e0\u00a0Rede de Nivelamento Geom\u00e9trico Alta Precis\u00e3o (RNGAP). Esta infraestrutura constitui um sistema de <strong>altitudes rigorosamente determinadas<\/strong> que permitem a referencia\u00e7\u00e3o, com alta precis\u00e3o, da altimetria de qualquer ponto do territ\u00f3rio nacional, sendo assim fundamental no apoio aos mais diversos tipos de projetos: vias de comunica\u00e7\u00e3o, obras de arte, planos de pormenor, constru\u00e7\u00e3o de barragens, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Instituto Geogr\u00e1fico Portugu\u00eas foi criado em 2002 sucedendo ao Centro Nacional de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e ao Instituto Portugu\u00eas da Cartografia e Cadastro, organismos que foram ent\u00e3o extintos. \u00c9 este o organismo respons\u00e1vel pelos sistemas geod\u00e9sicos de refer\u00eancia de Portugal. No \u00e2mbito da Geodesia, uma das compet\u00eancias \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o e observa\u00e7\u00e3o da RNGAP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A RNGAP \u00e9 materializada por mais de <strong>4500 marcas<\/strong> distribu\u00eddas pelo territ\u00f3rio nacional. Estas marcas percorrem cerca de <strong>4000 km ao longo de 29 linhas<\/strong>. Cada uma destas linhas subdivide-se em v\u00e1rias sec\u00e7\u00f5es que unem marcas principais (NP) atrav\u00e9s de marcas interm\u00e9dias. Para garantir a estabilidade e preserva\u00e7\u00e3o das NP estas s\u00e3o colocadas, na sua maioria, em locais de destaque das localidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 este o caso da <strong>NP 354<\/strong> que se encontra \u201ccimentada na S\u00e9 de Leiria, num nicho, ao lado direito da porta principal\u201d <a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[7]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta marca faz parte da linha 03-00 Cascais &#8211; Albergaria e sec\u00e7\u00e3o 14-00 Leiria \u2013 Monte Redondo estando-lhe associado como valor da <strong>altitude ortom\u00e9trica<\/strong> <strong>31,2900 m\u00a0<\/strong><a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[8]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A marca fundamental da RNGAP est\u00e1 situada junto ao mar\u00e9grafo de Cascais, assegurando desta forma a liga\u00e7\u00e3o da rede ao <strong>datum altim\u00e9trico\u00a0<\/strong><a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[9]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-285 alignright\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0486.jpg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"81\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0486.jpg 4752w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0486-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0486-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/matematicaporleiria\/files\/2017\/09\/IMG_0486-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 122px) 100vw, 122px\" \/>No espa\u00e7o exterior \u00e0 S\u00e9 de Leiria, j\u00e1 pr\u00f3ximo da estrada, debaixo de uma \u00e1rvore podemos encontrar um bebedouro que incorpora um <strong>rel\u00f3gio de sol\u00a0<\/strong><a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[10]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">_____________________________________<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-align: justify\">Jorge, V., Serr\u00e3o, V., Gomes, S., Cristino, L. 2005. Catedral de Leiria. Hist\u00f3ria e Arte, Leiria.<\/span><\/p>\n<p>Patrim\u00f3nio Classificado e em vias de Classifica\u00e7\u00e3o<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.cm-leiria.pt\/uploads\/document\/file\/801\/44298.pdf\">http:\/\/www.cm-leiria.pt\/uploads\/document\/file\/801\/44298.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pinto, L., F. 2013. Funcionamento e Tra\u00e7ado do Rel\u00f3gio de Sol, Reposit\u00f3rio da Universidade Lus\u00edada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Santos, C., M. 2009. As S\u00e9s Joaninas: arquitectura episcopal portuguesa na segunda metade do s\u00e9culo XVI, Coimbra.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">_____________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Templo principal de uma diocese onde o bispo tem a sua c\u00e1tedra ou sede.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>\u00a0As S\u00e9s joaninas, mandadas edificar por D. Jo\u00e3o III, s\u00e3o a\u00a0S\u00e9 de Miranda do Douro, a S\u00e9 de Leiria e a S\u00e9 de Portalegre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[3]<\/a> Algumas destas data\u00e7\u00f5es podem encontrar-se no teto da S\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[4]<\/a> Aus\u00eancia da sacristia e de outras depend\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[5]<\/a> Em 1810, devido \u00e0s invas\u00f5es francesas, um grave inc\u00eandio causou alguma destrui\u00e7\u00e3o na S\u00e9 e essencialmente no Pa\u00e7o episcopal, perdendo-se para sempre muito do esp\u00f3lio e documenta\u00e7\u00e3o escrita referente \u00e0 diocese.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[6]<\/a> Foi o quarto monumento nacional classificado no distrito, depois do Castelo de Leiria, a Capela de S. Pedro e o Menino do Lapedo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[7]<\/a> Descri\u00e7\u00e3o que consta dos arquivos da sec\u00e7\u00e3o da Geodesia do Instituto Geogr\u00e1fico Portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[8]<\/a> Informa\u00e7\u00e3o cedida pela sec\u00e7\u00e3o da Geodesia do Instituto Geogr\u00e1fico Portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[9]<\/a> O datum altim\u00e9trico de Portugal \u00e9 o n\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar observadas no mar\u00e9grafo de Cascais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn12\">[10]<\/a> A passagem do tempo pode ser medida atrav\u00e9s de um rel\u00f3gio de Sol, recorrendo \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o do Sol. Os rel\u00f3gios de sol mais comuns t\u00eam uma superf\u00edcie plana que funciona como mostrador, com linhas marcadas que indicam as horas, e onde \u00e9 projetada a sombra de um pino (designado por gn\u00f3mon) que funciona como um ponteiro de horas.<br \/>\nA convers\u00e3o do tempo solar em arcos cujas linhas de divis\u00e3o v\u00e3o marcar as horas diurnas \u00e9 feita atrav\u00e9s da correspond\u00eancia de uma amplitude de 15\u2070 a 60 minutos. Assim, o arco diurno tem aproximadamente a amplitude de 180\u2070, embora este seja maior ou menor consoante estejamos no ver\u00e3o ou no inverno, respetivamente.<br \/>\nA hora dada por um rel\u00f3gio de sol nem sempre corresponde \u00e0 hora \u201ccerta\u201d devido \u00e0 inclina\u00e7\u00e3o do eixo terrestre e \u00e0 forma el\u00edtica da \u00f3rbita da Terra. Os desvios existentes podem ser explicados por uma fun\u00e7\u00e3o bidimensional designada por \u201cEqua\u00e7\u00e3o do tempo\u201d que mede a diferen\u00e7a entre a posi\u00e7\u00e3o real do sol e a posi\u00e7\u00e3o que o sol teria se o eixo terrestre fosse perpendicular \u00e0 ecl\u00edtica (c\u00edrculo m\u00e1ximo descrito pelo Sol na esfera celeste e cujo plano se encontra inclinado cerca de 23,5\u00ba em rela\u00e7\u00e3o ao plano do equador celeste) e se a \u00f3rbita terrestre fosse circular. Ou seja, a Equa\u00e7\u00e3o do tempo mede a diferen\u00e7a entre o tempo solar aparente e o tempo marcado pelos rel\u00f3gios mec\u00e2nicos que traduzem o tempo solar m\u00e9dio.<\/p>\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A constru\u00e7\u00e3o da S\u00e9 A eleva\u00e7\u00e3o de Leiria a diocese deu-se a 22 de maio de 1545 por bula papal de Paulo III, decretando a igreja de Santa Maria da Pena como S\u00e9 Catedral [1]. A 13 de junho do mesmo ano, D. 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