{"id":75,"date":"2015-03-06T16:50:10","date_gmt":"2015-03-06T16:50:10","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/?page_id=75"},"modified":"2015-03-06T16:50:30","modified_gmt":"2015-03-06T16:50:30","slug":"ctrep","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/linhas-de-investigacao\/icea\/ctrep\/","title":{"rendered":"Conce\u00e7\u00f5es do tempo entre reclusos de um estabelecimento prisional"},"content":{"rendered":"<p>Este projeto surge na sequ\u00eancia das interven\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, ancoradas essencialmente na utiliza\u00e7\u00e3o das express\u00f5es art\u00edsticas, que t\u00eam vindo a ser realizadas desde o ano letivo de 2011\/2012, com grupos de reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria (Jovens), pelos estudantes da licenciatura em Anima\u00e7\u00e3o Cultural da Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancias Sociais do Instituto Polit\u00e9cnico de Leiria.<\/p>\n<p>No ano letivo de 2014\/2015 decidiu-se estruturar estas experi\u00eancias de modo a conhecer as conce\u00e7\u00f5es que indiv\u00edduos privados de liberdade det\u00eam relativamente ao tempo, bem como, os sentidos que lhe atribuem. Com efeito, num quadro de profundas transforma\u00e7\u00f5es da <em>pr\u00e1xis<\/em> quotidiana relativamente aos modos de uso individual do tempo, interessa neste estudo perceber que significados s\u00e3o atribu\u00eddos pelos sujeitos ao tempo num contexto espec\u00edfico de viv\u00eancia prisional, ou seja, quais os modos como os reclusos se compreendem a si e \u00e0 sua experi\u00eancia quotidiana neste espa\u00e7o e qual o sentido que lhe conferem.<\/p>\n<p>Neste contexto, as artes podem adquirir um papel preponderante, enquanto instrumentos privilegiados de desenvolvimento da pessoa em in\u00fameras dimens\u00f5es, sobretudo na cria\u00e7\u00e3o de sentidos e dos significados com os quais constr\u00f3i o mundo e o eu no mundo (Bolton, 1998).<\/p>\n<p>Assim, os pressupostos te\u00f3ricos que norteiam esta interven\u00e7\u00e3o\/investiga\u00e7\u00e3o derivam de contributos oriundos de v\u00e1rios investigadores em ci\u00eancias sociais, em educa\u00e7\u00e3o art\u00edstica e de outros campos, onde se salienta a import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias art\u00edsticas nas v\u00e1rias esferas constitutivas do ser humano, bem como, na constru\u00e7\u00e3o social que se faz do tempo.<\/p>\n<p>Com base neste entendimento, definiu-se a seguinte quest\u00e3o de investiga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201c<em>Quais s\u00e3o as conce\u00e7\u00f5es do tempo entre os reclusos num estabelecimento prisional?<\/em>\u201d<\/p>\n<p>Neste sentido, a metodologia proposta prende-se com a realiza\u00e7\u00e3o de diversas experi\u00eancias art\u00edsticas com dois grupos de 10\/12 reclusos, criando espa\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o e de reflex\u00e3o que permitam conhecer a forma como o tempo \u00e9 percecionado pelos jovens e de que modo este \u00e9 vivenciado e experienciado enquanto forma de experi\u00eancia social e de organiza\u00e7\u00e3o de modos de vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A equipa de docentes &#8211; investigadores,<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Jenny sousa<\/em><\/p>\n<p><em>Ana Fontes<\/em><\/p>\n<p><em>Maria de S\u00e3o Pedro Lopes<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este projeto surge na sequ\u00eancia das interven\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, ancoradas essencialmente na utiliza\u00e7\u00e3o das express\u00f5es art\u00edsticas, que t\u00eam vindo a ser realizadas desde o ano letivo de 2011\/2012, com grupos de reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria (Jovens), pelos estudantes da &hellip; <a href=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/linhas-de-investigacao\/icea\/ctrep\/\">Continuar a ler <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":471,"featured_media":0,"parent":64,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-75","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/75","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/users\/471"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/75\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":77,"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/75\/revisions\/77"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/64"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/nide\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}