{"id":4230,"date":"2025-06-20T14:19:06","date_gmt":"2025-06-20T14:19:06","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/?page_id=4230"},"modified":"2025-06-25T15:12:37","modified_gmt":"2025-06-25T15:12:37","slug":"instrucao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/instrucao\/","title":{"rendered":"Instru\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"4230\" class=\"elementor elementor-4230\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5974d87 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"5974d87\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7267a7f e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"7267a7f\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e0c5947 elementor-widget-divider--view-line elementor-widget elementor-widget-divider\" data-id=\"e0c5947\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-divider\">\n\t\t\t<span class=\"elementor-divider-separator\">\n\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-61ccc13 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"61ccc13\" data-element_type=\"container\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6be2f15 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"6be2f15\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0a0350d elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"0a0350d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"866\" height=\"172\" src=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-27.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3046\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-27.png 866w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-27-300x60.png 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-27-768x153.png 768w\" sizes=\"(max-width: 866px) 100vw, 866px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cf5f858 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"cf5f858\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Instru\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f62039c e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"f62039c\" data-element_type=\"container\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cb7cf80 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"cb7cf80\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4039f9b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4039f9b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"font-weight: 400;\">O g\u00e9nero instru\u00e7\u00e3o configura-se em textos que orientam um determinado percurso funcional de uma atividade experimental ou de observa\u00e7\u00e3o e que, desse modo, determinam a forma espec\u00edfica e especializada de a concretizar. Constitui-se, de igual modo, em textos que habilitam algu\u00e9m para fazer coisas (tendo como refer\u00eancia objetos e lugares) ou para operacionalizar c\u00e1lculos matem\u00e1ticos e algoritmos. A sua fun\u00e7\u00e3o social \u00e9 fornecer diretrizes para desencadear comportamentos, isto \u00e9, para levar os leitores ou interlocutores a agirem no mundo de formas particulares, com vista \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de determinados resultados.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">A instru\u00e7\u00e3o apresenta, ent\u00e3o, uma natureza diretiva e pedag\u00f3gica. Atrav\u00e9s de uma sequ\u00eancia de ordens, ensina os atores sociais a executarem v\u00e1rios tipos de atividades de acordo com uma determinada estrutura procedimental (\u00e9 o caso das receitas de culin\u00e1ria e das experi\u00eancias cient\u00edficas, por exemplo). Os modos expect\u00e1veis de materializar sequencialmente a\u00e7\u00f5es requerem n\u00edveis espec\u00edficos de especializa\u00e7\u00e3o e, por isso, requerem e legitimam esferas de mentoria e monitoriza\u00e7\u00e3o. Estas vozes reguladoras manifestam-se tendencialmente nas culturas na forma de textos verbais, que podem ou n\u00e3o acompanhar demonstra\u00e7\u00f5es orais e\/ou visuais de procedimentos.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Em termos estruturais, as etapas que organizam discursivamente um texto de natureza instrucional s\u00e3o as seguintes: 1) Objetivo, parte opcional que especifica o prop\u00f3sito da instru\u00e7\u00e3o; 2) Equipamento e Material, etapa definidora que elenca os instrumentos, ingredientes, partes constituintes de um objeto e\/ou outros elementos necess\u00e1rios para a execu\u00e7\u00e3o dos processos envolvidos na atividade. Caracteriza-se tamb\u00e9m pelo uso de terminologia da \u00e1rea de especializa\u00e7\u00e3o a que o texto se refere; 3) M\u00e9todo, etapa definidora que consiste na apresenta\u00e7\u00e3o dos passos a seguir para a realiza\u00e7\u00e3o das diferentes fases da atividade. Nesta etapa, os passos a incluir podem ser em n\u00famero vari\u00e1vel e dever\u00e3o ser organizados segundo uma l\u00f3gica cronol\u00f3gica, expl\u00edcita ou impl\u00edcita no texto. Dever\u00e3o, al\u00e9m disso, ser introduzidos textualmente atrav\u00e9s da refer\u00eancia \u00e0 a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica a concretizar. Uma dada instru\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ainda incorporar a etapa de Resultados, que descreve o comportamento, produto ou objeto que resultar\u00e1 da execu\u00e7\u00e3o dos procedimentos definidos.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o mapeamento de g\u00e9neros textuais proposto em trabalhos enquadrados na pedagogia da Escola de Sydney, informada pelos pressupostos te\u00f3ricos da Lingu\u00edstica Sist\u00e9mico-Funcional, poder-se-\u00e3o considerar varia\u00e7\u00f5es genol\u00f3gicas que decorrem dos contextos e das fun\u00e7\u00f5es sociocomunicativas de uma dada instru\u00e7\u00e3o. Configura-se, assim, para este g\u00e9nero, a seguinte classifica\u00e7\u00e3o: instru\u00e7\u00f5es do quotidiano, instru\u00e7\u00f5es operacionais, instru\u00e7\u00f5es cooperativas, instru\u00e7\u00f5es condicionais e instru\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">As instru\u00e7\u00f5es do quotidiano realizam-se em textos orais, escritos e\/ou multimodais, em m\u00faltiplos contextos comunicativos, e s\u00e3o a forma mais comum de regular e de aprender os comportamentos a adotar no desempenho de atividades especializadas. As instru\u00e7\u00f5es exclusivamente orais realizadas em tempo real permitem acompanhar uma atividade de forma s\u00edncrona e, por isso, podem servir para monitoriz\u00e1-la, adapt\u00e1-la \u00e0s circunst\u00e2ncias efetivas da sua realiza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 para corrigi-la, se necess\u00e1rio. Nas instru\u00e7\u00f5es que possibilitam um direcionamento de forma ass\u00edncrona (em livros e v\u00eddeos de receitas, por exemplo), os objetos, os instrumentos e as localiza\u00e7\u00f5es envolvidos nos processos t\u00eam de ser claramente nomeados e a sequ\u00eancias definidas cronologicamente, sem possibilidade de varia\u00e7\u00e3o temporal.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">A receita \u00e9 um exemplo de g\u00e9nero instrucional do quotidiano que tende a efetivar-se multimodalmente, envolvendo tr\u00eas etapas: Objetivo, Apresenta\u00e7\u00e3o de ingredientes e M\u00e9todo. Os recursos lingu\u00edsticos usados s\u00e3o comandos de teor imperativo que determinam as a\u00e7\u00f5es que devem ser executadas, os recursos a aplicar e a forma particular da sua aplica\u00e7\u00e3o (localiza\u00e7\u00e3o, movimento, dura\u00e7\u00e3o, entre outros aspetos). Estes comandos s\u00e3o frequentemente acompanhados de ora\u00e7\u00f5es declarativas, classificativas e\/ou avaliativas, dependendo da natureza condicional de uma dada atividade, ou seja, se h\u00e1 ou n\u00e3o mais do que uma forma de execut\u00e1-la e se uma \u00e9 preferencial.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Uma sequ\u00eancia an\u00e1loga desenha-se em instru\u00e7\u00f5es para realizar experi\u00eancias e observa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em contextos escolares e acad\u00e9micos. Estes textos podem incluir a explicita\u00e7\u00e3o do Objetivo, que faz uma previs\u00e3o do resultado esperado, e envolvem duas etapas definidoras: Equipamento\/Materiais e M\u00e9todo. A etapa M\u00e9todo tende a desenvolver-se em fases distintas, assinaladas por processos familiares ao dom\u00ednio cient\u00edfico (observar, escrever, desenhar, entre outros).<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">As instru\u00e7\u00f5es operacionais configuram-se em contextos especializados para facilitar o uso de m\u00e1quinas ou em manuais que explicam o uso de equipamento. Estes textos podem contemplar tamb\u00e9m representa\u00e7\u00f5es diagram\u00e1ticas com vetores que assinalam tipos de a\u00e7\u00f5es e movimentos, bem como a rela\u00e7\u00e3o entre eles.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">As instru\u00e7\u00f5es cooperativas tendem a ser mais complexas, pois explicitam as tarefas a desempenhar pelos atores sociais quando uma atividade \u00e9 realizada por uma equipa em que cada membro pode ter uma ou mais fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas em cada etapa, como acontece em algumas din\u00e2micas escolares realizadas em grupo ou por diferentes grupos. Nestes casos, os agentes ou as tecnologias usadas nas a\u00e7\u00f5es devem ser identificados no in\u00edcio de cada processo. Al\u00e9m disso, depois dos comandos imperativos propriamente ditos, dever\u00e3o ser explicitadas as raz\u00f5es que justificam a relev\u00e2ncia de cada a\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">As instru\u00e7\u00f5es condicionais, comuns em manuais de funcionamento de equipamentos ou em suportes textuais que acompanham processos de fabrico, apresentam sequ\u00eancias alternativas de tarefas para concretizar processos e, como tal, introduzem a possibilidade de escolha. As atividades poder\u00e3o ser numeradas e dever\u00e3o ser selecionadas de acordo com as condi\u00e7\u00f5es existentes para a realiza\u00e7\u00e3o de determinado procedimento. Neste subg\u00e9nero, que pode incluir um fluxograma, est\u00e1 impl\u00edcito que o leitor conseguir\u00e1 compreender a complexidade dos processos e imaginar poss\u00edveis consequ\u00eancias decorrentes das suas decis\u00f5es. Este exerc\u00edcio de previs\u00e3o \u00e9 relevante em situa\u00e7\u00f5es de ensino-aprendizagem, pois solicita o entendimento das rela\u00e7\u00f5es complexas entre fen\u00f3menos e eventos e do resultado que estas podem ter circunstancialmente.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">As instru\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas s\u00e3o usadas em laborat\u00f3rios de testagem cient\u00edfica, designadamente em atividades que seguem protocolos bem definidos. Na etapa metodol\u00f3gica, guiam procedimentos que s\u00e3o comummente operacionalizados em tr\u00eas fases: prepara\u00e7\u00e3o de amostra, procedimento t\u00e9cnico e c\u00e1lculo de resultados. A obten\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o e registo de resultados ser\u00e3o, ent\u00e3o, as finalidades do percurso procedimental a adotar.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">No entendimento da LSF, a instru\u00e7\u00e3o \u00e9 um g\u00e9nero textual pertencente \u00e0 fam\u00edlia dos g\u00e9neros informativos e \u00e0 subfam\u00edlia dos g\u00e9neros procedimentais. \u00c0 subfam\u00edlia dos procedimentos pertencem ainda os protocolos (regras, avisos, leis), que definem o que se pode ou n\u00e3o fazer em contextos sociais regulamentados, restringindo ou proibindo dom\u00ednios de a\u00e7\u00e3o. Fazem parte da mesma subfam\u00edlia os relatos de procedimento (relat\u00f3rios de experi\u00eancias, por exemplo), cujo prop\u00f3sito, em tra\u00e7os largos, \u00e9 descrever a forma como se levou a cabo uma atividade de investiga\u00e7\u00e3o realizada em contexto acad\u00e9mico.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Ainda que as considera\u00e7\u00f5es aqui tecidas partam de trabalhos desenvolvidos em LSF, outros quadros te\u00f3ricos fornecem importantes contributos para a compreens\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de textos de natureza instrucional. Uma abordagem multidisciplinar promover\u00e1, assim, caminhos poss\u00edveis de discuss\u00e3o em torno dos g\u00e9neros textuais mobilizados em diferentes contextos acad\u00e9micos e\/ou profissionais.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Caels, F. (2016). <em>Os textos de Ci\u00eancias na disciplina de PLNM: Uma abordagem baseada em G\u00e9nero<\/em> (Tese de doutoramento). Universidade de Lisboa, Lisboa.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Caels, F.; Barbeiro, L. F., &amp; Gouveia, C. A. M. (2020). G\u00e9neros escolares segundo a Escola de Sydney: prop\u00f3sitos, estruturas e realiza\u00e7\u00f5es textuais. <em>Indagatio Didactica<\/em>, <em>12<\/em>(2). <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.34624\/id.v12i2.17433\">https:\/\/doi.org\/10.34624\/id.v12i2.17433<\/a><\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Gouveia, C. A. M. (2013). A escola como sistema de g\u00e9neros: Conhecimento, aprendizagem e transversalidade. In M. H. M. Mateus &amp; L. Solla (Coord.),<em> Ensino do Portugu\u00eas como L\u00edngua N\u00e3o Materna: Estrat\u00e9gias, materiais e forma\u00e7\u00e3o<\/em>(pp. 441-462). ILTEC \/ Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Martin, J. R., &amp; Rose, D. (2009)<em>. Genre relations: Mapping culture<\/em>. Equinox.<\/p><p style=\"font-weight: 400;\">Rose, D., &amp; Martin, J. R. (2012). <em>Learning to write, Reading to learn: Genre, knowledge and pedagogy in the Sydney School<\/em>. Equinox.<\/p><p><strong>Forma de referencia\u00e7\u00e3o sugerida<\/strong><\/p><p>Conde, I. (2025). Instru\u00e7\u00e3o. <a href=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/instrucao\/\">https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/instrucao\/<\/a><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-232043a e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"232043a\" data-element_type=\"container\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a65b16a e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"a65b16a\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-686035d elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"686035d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"866\" height=\"172\" src=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-28.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3047\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-28.png 866w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-28-300x60.png 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/pge\/files\/2024\/12\/grafismos-site-3-28-768x153.png 768w\" sizes=\"(max-width: 866px) 100vw, 866px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Instru\u00e7\u00e3o O g\u00e9nero instru\u00e7\u00e3o configura-se em textos que orientam um determinado percurso funcional de uma atividade experimental ou de observa\u00e7\u00e3o e que, desse modo, determinam a forma espec\u00edfica e especializada de a concretizar. 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