{"id":3983,"date":"2019-03-12T18:28:33","date_gmt":"2019-03-12T18:28:33","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/?p=3983"},"modified":"2019-03-18T15:29:02","modified_gmt":"2019-03-18T15:29:02","slug":"nucleo-1-fabrica-de-faiancas-e-escola-industrial-das-caldas-da-rainha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/2019\/03\/12\/nucleo-1-fabrica-de-faiancas-e-escola-industrial-das-caldas-da-rainha\/","title":{"rendered":"N\u00facleo 1 &#8211; F\u00e1brica de Faian\u00e7as e Escola Industrial das Caldas da Rainha"},"content":{"rendered":"\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\">F\u00e1brica de Faian\u00e7as e Escola Industrial das Caldas da Rainha<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">A F\u00e1brica de Faian\u00e7as das Caldas da Rainha foi a primeira empresa industrial de cer\u00e2mica estabelecida nas Caldas da Rainha. Era uma sociedade an\u00f3nima, com sede em Lisboa e instala\u00e7\u00f5es fabris nas Caldas, registada em finais de 1883. De acordo com os seus estatutos, a nova f\u00e1brica estava organizada em fun\u00e7\u00e3o dos seguintes sectores de produ\u00e7\u00e3o: materiais de constru\u00e7\u00e3o e revestimento, lou\u00e7a art\u00edstica e decorativa, lou\u00e7a de mesa. O equipamento e a montagem destes tr\u00eas departamentos fabris decorreu entre 1885 e 1888.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A vila das Caldas da Rainha recebeu em 1884 uma das oito Escolas de Desenho Industrial criadas no Pa\u00eds. Baptizada Escola de Desenho Rainha D. Leonor, come\u00e7ou a funcionar em Janeiro de 1885, com dois cursos: um diurno (para alunos dos 6 aos 12 anos) e outro nocturno (para alunos dos 12 anos em diante). Em Agosto de 1887, foi-lhe atribu\u00eddo o estatuto de Escola Industrial, reconhecendo assim o Governo que as Caldas constitu\u00edam um \u201cimportante centro de produ\u00e7\u00e3o\u201d cer\u00e2mica, o qual justificava a diversifica\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias (al\u00e9m do Desenho, agora distribu\u00eddo pelos ramos Ornamental, Arquitectural e Mec\u00e2nico, a Aritm\u00e9tica, a Geometria e a Qu\u00edmica Aplicada \u00e0s Artes e Especialmente \u00e0 Cer\u00e2mica), e a dilata\u00e7\u00e3o do tempo de aprendizagem. Esta mudan\u00e7a tinha em conta a exist\u00eancia da F\u00e1brica de Faian\u00e7as das Caldas da Rainha e as necessidades da sua sec\u00e7\u00e3o de faian\u00e7a utilit\u00e1ria, na altura em fase de instala\u00e7\u00e3o. Efectivamente o ensino na Escola Industrial, com os seus objectivos profissionalizantes, organizava-se em torno de quatro of\u00edcios, aos quais correspondiam, no m\u00ednimo, tr\u00eas graus (outros tantos anos de aprendizagem): louceiro-formista, oleiro, pintor vidreiro e forneiro de lou\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1887, o mesmo Minist\u00e9rio das Obras P\u00fablicas, que tutelava o ensino industrial, celebrou com a F\u00e1brica um protocolo mediante o qual esta \u00faltima se obrigava a garantir a forma\u00e7\u00e3o profissional dos alunos que a Escola lhe apresentasse, at\u00e9 ao m\u00e1ximo de 150, contra um subs\u00eddio fixo de 5 contos de r\u00e9is anuais. Esses alunos seriam considerados aprendizes na F\u00e1brica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Durante a sua vig\u00eancia, a F\u00e1brica de Faian\u00e7as garantiu as condi\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e pr\u00e1tica dos seus aprendizes, incluindo a cria\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio de Qu\u00edmica, onde leccionou, no ano lectivo de 1887\/88 o professor Carl von Bonhorst, de origem alem\u00e3. Bonhorst tinha sido assistente no famoso Laborat\u00f3rio de Qu\u00edmica de Fresenius, fundado em 1948, em Wiesbaden, por 1848, Carl Remigius Fresenius, uma institui\u00e7\u00e3o dedicada ao ensino e \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o da Qu\u00edmica. Von Bonhorst, que no ano lectivo de 1888\/89 ingressaria no corpo docente da Escola Industrial Marqu\u00eas de Pombal, em Lisboa, foi um dos fundadores da Sociedade Portuguesa de Qu\u00edmica, em\u00a0finais de 1911.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como se pode ver no quadro seguinte, a evolu\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas na Escola das Caldas acompanhou a labora\u00e7\u00e3o da F\u00e1brica com a qual a aprendizagem se articulava estreitamente, numa modalidade de ensino inovadora.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table style=\"height: 276px\" width=\"604\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 10px\">\n<td style=\"height: 10px;width: 110px\">\n<p><strong>Anos lectivos<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 110.667px\">\n<p><strong>Oleiros<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 112.667px\">\n<p><strong>Louceiros<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 112px\">\n<p><strong>Pintores<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 109.333px\">\n<p><strong>Total<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 64px\">\n<td style=\"height: 64px;width: 110px\">\n<p>1887-88<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 110.667px\">\n<p>4<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112.667px\">\n<p>26<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112px\">\n<p>5<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 109.333px\">\n<p>35<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 64px\">\n<td style=\"height: 64px;width: 110px\">\n<p>1888-89<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 110.667px\">\n<p>3<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112.667px\">\n<p>31<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112px\">\n<p>4<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 109.333px\">\n<p>38<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 64px\">\n<td style=\"height: 64px;width: 110px\">\n<p>1889-90<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 110.667px\">\n<p>4<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112.667px\">\n<p>24<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112px\">\n<p>3<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 109.333px\">\n<p>31<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 64px\">\n<td style=\"height: 64px;width: 110px\">\n<p>1890-91<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 110.667px\">\n<p>4<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112.667px\">\n<p>28<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 112px\">\n<p>17<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 64px;width: 109.333px\">\n<p>49<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 10px\">\n<td style=\"height: 10px;width: 110px\">\n<p>1891-92<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 110.667px\">\n<p>2<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 112.667px\">\n<p>7<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 112px\">\n<p>2<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"height: 10px;width: 109.333px\">\n<p>11<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 12px\">Fonte: Livros de Matr\u00edculas da Escola Secund\u00e1ria Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Embora os materiais das bibliotecas da F\u00e1brica e da Escola que chegaram at\u00e9 n\u00f3s tenham um car\u00e1cter fragment\u00e1rio e disperso, podemos tentar reconstituir alguns dos seus tra\u00e7os essenciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As obras de que disporiam ambas as bibliotecas, parcialmente coincidentes, preencheriam lacunas de informa\u00e7\u00e3o nas seguintes tr\u00eas \u00e1reas: hist\u00f3ria dos fabricos e das marcas cer\u00e2micas dos principais centros de produ\u00e7\u00e3o da europeus; composi\u00e7\u00e3o e dosagem das pastas e dos vidrados e temperaturas de cozedura; tecnologias e maquinaria de produ\u00e7\u00e3o industrial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No \u00faltimo quartel do s\u00e9culo XIX, o interesse pela hist\u00f3ria da cer\u00e2mica recebeu impulso de origens diversas: veio um deles da etnografia e traduziu-se em trabalhos de recolha de cer\u00e2mica popular; veio outro da \u00e1rea do com\u00e9rcio de antiqu\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o com o mercado dos coleccionadores e do mundo da decora\u00e7\u00e3o; e finalmente, os conservadores de museus interessaram-se tamb\u00e9m pela cer\u00e2mica, sobretudo nas modalidades de porcelana e faian\u00e7a, no quadro da valoriza\u00e7\u00e3o museol\u00f3gica das artes decorativas. A primeira obra de hist\u00f3ria da cer\u00e2mica portuguesa, por exemplo, publicada em 1907, foi elaborada por Jos\u00e9 Queir\u00f3s, um coleccionador e historiador de arte que, em 1911, viria a ser nomeado conservador de Museu de Arte Antiga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Muito embora o processo cer\u00e2mico industrial continue a ser em boa parte tribut\u00e1rio da empiria, espa\u00e7o prop\u00edcio \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o de saberes reservados e de segredos profissionais, a prepara\u00e7\u00e3o de pastas e vidrados e a submiss\u00e3o \u00e0s temperaturas do forno come\u00e7am lentamente a ser reguladas por normas, consagradas em f\u00f3rmulas, assentes no conhecimento cient\u00edfico, em especial da Qu\u00edmica. Os manuais de Qu\u00edmica passam a integrar a Biblioteca do Ceramista e o professor de Qu\u00edmica, como vimos, a fazer parte do corpo docente das Escolas onde se ensina a cer\u00e2mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais raros s\u00e3o os tratados sobre m\u00e1quinas, uma vez que delas se ocupam os cat\u00e1logos dos fabricantes e agentes de m\u00e1quinas-ferramentas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O parque de m\u00e1quinas da F\u00e1brica de Faian\u00e7as das Caldas da Rainha era assim descrito num documento de 1886: \u201cA Companhia n\u00e3o duvidou em fazer aquisi\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas mais aperfei\u00e7oadas, devendo citar-se, entre outras, uma m\u00e1quina el\u00e9ctrica para apuramento das pastas, constru\u00edda pelo not\u00e1vel fabricante de Limoges, Mr. Faure (&#8230;). O motor a vapor \u00e9 da for\u00e7a de vinte cavalos e fabricado nas oficinas dos Srs. Hartley &amp; Arnoux (&#8230;). A caldeira \u00e9 de Nayer e todas as outras m\u00e1quinas foram escolhidas entre as mais modernas e aperfei\u00e7oadas dos mais reputados fabricantes da Europa. Os fornos pode dizer-se sem exagero os primeiros do seu g\u00e9nero: s\u00e3o do sistema Minton, o melhor at\u00e9 hoje conhecido, de que a f\u00e1brica comprou o privil\u00e9gio, tendo sido mandado vir para auxiliar a sua constru\u00e7\u00e3o um oper\u00e1rio ingl\u00eas da pr\u00f3pria f\u00e1brica Minton\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os autores mais reconhecidos de manuais cer\u00e2micos no s\u00e9culo XIX foram Alexandre Brongniart e Theodore Deck, ambos directores de S\u00e8vres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Manufacture Nationale de S\u00e8vres foi criada sob o modelo mercantilista das f\u00e1bricas com privil\u00e9gio real. Com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1789, o privil\u00e9gio tornou-se nacional. Em meados do s\u00e9culo XIX, sob a direc\u00e7\u00e3o de Alexandre Brongniart, acrescentou-se ao esp\u00f3lio fabril um acervo sobre a hist\u00f3ria da cer\u00e2mica de todo o mundo. Na d\u00e9cada de 1890, a Manufacture de S\u00e8vres dotou-se de uma escola de forma\u00e7\u00e3o profissional, ministrando o ensino do desenho e da composi\u00e7\u00e3o ornamental, a par de saberes de natureza t\u00e9cnica sobre pastas, corantes, vidrados e fornos. J\u00e1 no s\u00e9culo XX esta escola evoluiria para Escola Superior de Cer\u00e2mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nascido em 1870, Brongniart, professor e investigador em ci\u00eancias da natureza, foi investido do cargo de Director de S\u00e8vres, em 1800, tendo-o exercido at\u00e9 1847, data da sua morte. Em 1844 publicou um <em>Trait\u00e9 des Arts c\u00e9ramiques ou des Poteries, Consider\u00e9es dans leur Histoirte, dans leur Pratique e dans leur Th\u00e9orie<\/em>, em dois volumes, obra que teve in\u00fameras reedi\u00e7\u00f5es ao longo do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Th\u00e9odore Deck, nascido em 1823, teve um percurso pela cer\u00e2mica, como autor e industrial, e s\u00f3 em 1887 seria nomeado Director de S\u00e8vres. A sua obra mais conhecida, <em>La Faiance<\/em>, seria publicada no ano da sua morte, 1891.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3984\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-213x300.jpg\" alt=\"\" width=\"780\" height=\"1099\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-213x300.jpg 213w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-768x1083.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-726x1024.jpg 726w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-7x10.jpg 7w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/01_Retrato-de-Rafael-Bordalo-Pinhiero-432x609.jpg 432w, 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src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-300x223.jpg\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"547\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-300x223.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-768x570.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-1024x760.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-432x321.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/02_F\u00e1brica-de-Faian\u00e7as-das-CAldas-da-Rainha-396x294.jpg 396w, 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src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-300x223.jpg\" alt=\"\" width=\"841\" height=\"625\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-300x223.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-768x571.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-1024x762.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-432x321.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-396x295.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/04_-Bordalo-e-operarios_alunos-1120x833.jpg 1120w, 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style=\"font-size: 12px\">Busto de A. Brongniart<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3989\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-176x300.jpg\" alt=\"\" width=\"802\" height=\"1367\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-176x300.jpg 176w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-6x10.jpg 6w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-432x735.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-396x674.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-1120x1907.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-660x1124.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/06_Brongniart-Trait\u00e9.jp_-129x220.jpg 129w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">BRONGNIART, Alexandre &#8211; <em>Trait\u00e9 des arts c\u00e9ramiques ou des poteries : Consid\u00e9r\u00e9es dans leur histoire, leur pratique et leur th\u00e9orie<\/em>. Edi\u00e7\u00e3o de Jeune B\u00e9chet e Augustin Mathias. Paris: Imprimerie de Fain et Thunot, 1844. xxvii,592 p. (Vol. 1)<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3990\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-188x300.jpg\" alt=\"\" width=\"884\" height=\"1411\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-188x300.jpg 188w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-6x10.jpg 6w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-432x691.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-396x633.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/07_T-Deck-La-faience-138x220.jpg 138w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/><span style=\"font-size: 12px\">DECK, Th\u00e9odore &#8211; <em>La faience<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o M. Jules Comte; dir. lit MAY &amp; MOTTEROZ. [Paris]: Ancienne Maison Quantin; Paris, Librairies-impremeries R\u00e9unies, 1887. 300, [1] p. (Biblioth\u00e8que de L&#8217;enseignement des beaux-arts). Cole\u00e7\u00e3o publicada sob o alto patroc\u00ednio da Administration des Beaux-Arts e galardoada com o pr\u00e9mio Montyon da Acad\u00e9mie Fran\u00e7aise e o pr\u00e9mio Bordin da Acad\u00e9mie des Beaux-Arts<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Esp\u00e9cies bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 &#8211; BRONGNIART, Alexandre &#8211; <em>Trait\u00e9 des arts c\u00e9ramiques ou des poteries : Consid\u00e9r\u00e9es dans leur histoire, leur pratique et leur th\u00e9orie<\/em>. Edi\u00e7\u00e3o de Jeune B\u00e9chet e Augustin Mathias. Paris: Imprimerie de Fain et Thunot, 1844. xxvii,592 p. (Vol. 1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 &#8211; BRONGNIART, Alexandre &#8211; <em>Trait\u00e9 des arts c\u00e9ramiques ou des poteries : Consid\u00e9r\u00e9es dans leur histoire, leur pratique et leur th\u00e9orie<\/em>. Edi\u00e7\u00e3o de Jeune B\u00e9chet e Augustin Mathias. Paris: Imprimerie de Fain et Thunot, 1844. 708 p. (Vol. 2)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 &#8211; DECK, Th\u00e9odore &#8211; <em>La faience<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o M. Jules Comte; dir. lit MAY &amp; MOTTEROZ. [Paris]: Ancienne Maison Quantin; Paris, Librairies-impremeries R\u00e9unies, 1887. 300, [1] p. (Biblioth\u00e8que de L&#8217;enseignement des beaux-arts). Cole\u00e7\u00e3o publicada sob o alto patroc\u00ednio da Administration des Beaux-Arts e galardoada com o pr\u00e9mio Montyon da Acad\u00e9mie Fran\u00e7aise e o pr\u00e9mio Bordin da Acad\u00e9mie des Beaux-Arts<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 &#8211; BRONGNIART, Alexandre &#8211; <em>Trait\u00e9 des arts c\u00e9ramiques ou des poteries : Consid\u00e9r\u00e9es dans leur histoire, leur pratique et leur th\u00e9orie: Atlas compos\u00e9 de 9 tableaux, plusieur tables, 71 planches et leur explication<\/em>. Notas de Alphonse Salv\u00e9tat. Paris: Ph\u00e9nix \u00c9ditions, 2003. [170] p. Edi\u00e7\u00e3o fac-similada da terceira edi\u00e7\u00e3o de Paris, P. Asselin, 1877<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 &#8211; \u00c9MILE-BAYARD &#8211; <em>L&#8217;art de reconna\u00eetre la c\u00e9ramique fran\u00e7aise et \u00e9trang\u00e8re : terre-cuite, fa\u00efence, porcelaine, gr\u00e8s, etc., avec les marques et monogrammes<\/em>. Paris: R. Roger et F. Chernoviz, 1920. [6], 458, [1] p. (Guides pratiques de l&#8217;amateur et du collectionneur d&#8217;art)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 &#8211; PEYRE, Roger &#8211; <em>La c\u00e9ramique fran\u00e7aise : Fayense, porcelaines, biscuits, gr\u00e8s, dates de la fondation des ateliers caract\u00e8ristiques, marques et monogrammes<\/em>. Paris: Ernest Flammarion, 1910. 310, [2] p. (Biblioth\u00e8que des arts appliqu\u00e9s aux m\u00e9tiers)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 &#8211; FULLER, Josef &#8211; <em>Elementos de modela\u00e7\u00e3o de ornato e figura<\/em>. Dir. lit. Tom\u00e1s Bordalo Pinheiro. 2\u00aa ed. Lisboa: Bertrand, [193-?]. vi, 148 p. (Biblioteca de instru\u00e7\u00e3o profissional)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">8 &#8211; SAMPAIO, Albino Forjaz de, dir. lit. &#8211; <em>Arte portuguesa : A cer\u00e2mica<\/em>. Ilustra\u00e7\u00f5es de Saavedra Machado; capa de Jorge Barradas. Lisboa: Empreza do Diario de Noticias, 1926. [16] p. (Collec\u00e7\u00e3o Patricia)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">9 &#8211; SAMPAIO, Albino Forjaz de, dir. lit. &#8211; <em>Arte portuguesa : Cer\u00e2mica Portuguesa<\/em>. Ilustra\u00e7\u00f5es de Saavedra Machado; capa de Jorge Barradas. Lisboa: Empreza do Diario de Noticias, 1931. [16] p. (Collec\u00e7\u00e3o Patricia)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">10 &#8211; PINHEIRO, Tom\u00e1s Bordalo, dir. lit. &#8211; <em>Ind\u00fastria de Cer\u00e2mica<\/em>. Introdu\u00e7\u00e3o de Joaquim de Vasconcelos; coordena\u00e7\u00e3o de Pedro Prostes. 2\u00aaed. Lisboa: Bertrand, [19-?]. 252, [24] p. (Biblioteca de instru\u00e7\u00e3o profissional)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">11 &#8211; SILVA, Jo\u00e3o Ribeiro Cristino da &#8211; <em>Elementos de Hist\u00f3ria da Arte<\/em>. Dir. lit. Tom\u00e1s Bordalo Pinheiro. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, actualizada. Lisboa: Bertrand, [1929]. 685 p. (Biblioteca de instru\u00e7\u00e3o profissional)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">12 &#8211; AUSCHER, E. S. &#8211; <em>Comment reconna\u00eetre les porcelaines et les fa\u00efences d&#8217;apr\u00e8s leurs marques et leurs caracteres<\/em>. Paris: Librairie Garnier, [1914]. vii, 495 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">13 &#8211; MACHADO, Aquiles &#8211; <em>Elementos de Qu\u00edmica : III Classe<\/em>. Lisboa: Imprensa Libanio da Silva, 1914. 92 p. (Ensino secund\u00e1rio oficial). Cont\u00e9m a I Parte<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">14 &#8211; LEJEUNE, \u00c9mille &#8211; <em>Trait\u00e9 pratique de la coupe des pierres : pr\u00e9c\u00e9d\u00e9 de toute la partie de la g\u00e9om\u00e9trie desciptive qui trouve son application dans la coupe des pierres : Atlas de 59 planches<\/em>. Paris: J. Baudry, 1872. [2], lix p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">15 &#8211; LEIT\u00c3O, C. A. Marques \u2013 <em>Desenho : Livro I<\/em>. Lisboa: Fernandes &amp; Ca., 1909. 1 vol. (Instruc\u00e7\u00e3o Secund\u00e1ria)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">16 &#8211; LEIT\u00c3O, C. A. Marques \u2013 <em>Desenho : Livro II<\/em>. Lisboa: Fernandes &amp; Ca., 1909. 1 vol. (Instruc\u00e7\u00e3o Secund\u00e1ria)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">17 &#8211;<em> A Arquitectura Moderna : Revista Mensal da Arte Arquitectural Antiga e Moderna<\/em>. Dir. Nuno Colares. Ano IX, n\u00ba 1-12. Lisboa: Centro Typographico Colonial, 1916<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">18 &#8211; WANDERLEY, Germano &#8211; <em>Trait\u00e9 pratique de constructions civiles : La pierre et la brique dans la construction : Deuxi\u00e8me Volume<\/em>. Paris: E. Bernard &amp; Cie., 1883. [6], 514, iii p., com 6 pranchas com ilustra\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>F\u00e1brica de Faian\u00e7as e Escola Industrial das Caldas da Rainha \u00a0 A F\u00e1brica de Faian\u00e7as das Caldas da Rainha foi a primeira empresa industrial de cer\u00e2mica estabelecida nas Caldas da Rainha. Era uma sociedade an\u00f3nima, com sede em Lisboa e instala\u00e7\u00f5es fabris nas Caldas, registada em finais de 1883. 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