{"id":3993,"date":"2019-03-12T18:45:25","date_gmt":"2019-03-12T18:45:25","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/?p=3993"},"modified":"2019-03-18T16:09:53","modified_gmt":"2019-03-18T16:09:53","slug":"nucleo-2-fabrica-belo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/2019\/03\/12\/nucleo-2-fabrica-belo\/","title":{"rendered":"N\u00facleo 2 &#8211; F\u00e1brica Belo"},"content":{"rendered":"\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\">F\u00e1brica Belo<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">O projecto de reconstitui\u00e7\u00e3o de uma imagin\u00e1ria biblioteca de um ceramista industrial remonta a uma situa\u00e7\u00e3o concreta. Em 1985, estando prestes a encerrar as suas portas a F\u00e1brica Belo, um dos membros da sua direc\u00e7\u00e3o, Paulo Nascimento, convidou-me a visitar os escrit\u00f3rios da empresa. Atra\u00eddo por um pequeno conjunto de livros, alguns deles manuscritos, que se encontravam na prateleira da escrivaninha, pedi tempo para anotar em forma de invent\u00e1rio muito sum\u00e1rio o que ali pude observar. A minha esperan\u00e7a era que, com um poss\u00edvel dep\u00f3sito dessas obras em museu ou biblioteca p\u00fablicas, eu as pudesse mais tarde revisitar. Infelizmente, tal n\u00e3o foi poss\u00edvel, at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As origens da F\u00e1brica Belo remontam aos finais do s\u00e9culo XIX. O seu fundador, Avelino Soares Belo, nascido em 1872 na Murtosa, foi aluno da Escola Industrial caldense, no \u00e2mbito do protocolo de forma\u00e7\u00e3o atr\u00e1s referido. A aprendizagem fabril revelou um ceramista h\u00e1bil no desenho e competente na t\u00e9cnica, nomeadamente na modela\u00e7\u00e3o, que acompanharia Rafael Bordalo na sua aventura art\u00edstica artesanal, ap\u00f3s a crise e abandono do projecto industrial da F\u00e1brica de Faian\u00e7as das Caldas da Rainha, no princ\u00edpio da d\u00e9cada de 1890.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1896, deixa por\u00e9m a companhia de Bordalo e passa a trabalhar numa pequena oficina, denominada Ateli\u00ea Cer\u00e2mico,\u00a0 que o Visconde de Sacav\u00e9m criara para apoiar a instala\u00e7\u00e3o do seu palacete nas Caldas da Rainha (actual edif\u00edcio do Museu de Cer\u00e2mica). Em 1899, Avelino estabelece-se por conta pr\u00f3pria, fundando o que tamb\u00e9m designou inicialmente por Ateli\u00ea Cer\u00e2mico,\u00a0 entre a rua das Olarias e a Rua da F\u00e9 (hoje Rua Avelino Belo). Morreu tragicamente em 1927, sendo a empresa continuada por seu filho Jos\u00e9, um ceramista com uma s\u00f3lida prepara\u00e7\u00e3o, que assegurou ao longo de d\u00e9cadas um dos fabricos mais evolu\u00eddos tecnicamente da cer\u00e2mica tradicional caldense Jos\u00e9 Belo herdou do pai talento, a curiosidade e o gosto pela inova\u00e7\u00e3o. Est\u00e1, lamentavelmente, por estudar o patrim\u00f3nio cer\u00e2mico que a F\u00e1brica Belo legou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Avelino Belo tirou partido aprendizagem realizada na escola, com os mestres de desenho e qu\u00edmica, nomeadamente Carl von Bonhorst. Era um esp\u00edrito inquieto, estudioso, que acreditava nas virtudes da investiga\u00e7\u00e3o. Nas instala\u00e7\u00f5es da sua oficina, criou um laborat\u00f3rio. Em 1923, quando constituiu a empresa \u201cAvelino Soares Belo &amp; Filhos\u201d, deixou de fora do patrim\u00f3nio da sociedade o seu laborat\u00f3rio, com o respectivo \u201cmobili\u00e1rio, produtos qu\u00edmicos, minerais e cer\u00e2micos\u201d. E compreende-se essa reserva: Avelino Belo queria fazer por esse laborat\u00f3rio a colocar produtos no mercado das oficinas cer\u00e2micas caldenses. Num an\u00fancio que em Abril de 1966, fez publicar na Gazeta das Caldas, informava que a sua F\u00e1brica de Faian\u00e7as Art\u00edsticas enviava amostras e or\u00e7amentos sobre pedidos relativos a \u201cmassicote mo\u00eddo muito fino\u201d, ou seja, \u00f3xido de chumbo, \u201cvidro de oleiro pronto a empregar para manilhas e lou\u00e7as de uso caseiro\u201d, informando que o vidro era \u201cmo\u00eddo em moinho a tambor movido a for\u00e7a motriz\u201d el\u00e9ctrica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O lote de livros que arrolei em 1985 ilustra a forma como a direc\u00e7\u00e3o da F\u00e1brica sistematizou conhecimentos, adquiriu manuais sobre aspectos t\u00e9cnicos do fabrico cer\u00e2mico e construiu os seus pr\u00f3prios livros de notas, com f\u00f3rmulas e dosagens dos materiais necess\u00e1rios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o corrente. Os 10 cadernos manuscritos tinham os seguintes t\u00edtulos: <em>A fabrica\u00e7\u00e3o de esmaltes e a esmaltagem<\/em>; <em>Pintura em vidro, porcelana e esmalte<\/em>; <em>Cobalto<\/em>; <em>Cobre<\/em>; <em>Cores<\/em>; <em>Maj\u00f3licas \u2013 Pastas e Fritas<\/em>; <em>Ouro e Lustres Met\u00e1licos<\/em>; <em>Pastas<\/em>; <em>Vidros e vidrados<\/em>; <em>Livro de empreitadas<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O \u00fanico que pudemos trazer a esta Exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 o <em>Livro de Empreitadas<\/em>, em dep\u00f3sito no Museu de Cer\u00e2mica. Nele Avelino Belo anotou os trabalhos, com descri\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as, por semana e dias de semana. Principia com a refer\u00eancia ao Jarr\u00e3o de Jos\u00e9 Relvas (semana de 1 a 7 de Setembro de 1895) e termina na semana de 1 a 7 de Janeiro de 1899.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Da Biblioteca destes ceramistas, Avelino e Jos\u00e9, Pai e Filho, faziam parte, al\u00e9m de alguns pequenos manuais da Biblioteca de Forma\u00e7\u00e3o Profissional (um sobre <em>Ind\u00fastria do Vidro<\/em>, outro sobre <em>Ind\u00fastrias Pl\u00e1sticas<\/em>, o livro sobre <em>Modela\u00e7\u00e3o e Ornato<\/em> e sobre <em>Materiais de Constru\u00e7\u00e3o<\/em>), diversos tratados de Qu\u00edmica, o livro de Jacquemart, um dos pioneiros da hist\u00f3ria da cer\u00e2mica: <em>Les merveilles de la c\u00e9ramique<\/em> (4\u00aa ed., Paris, 1883).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Entre as obras mais antigas deste acervo, encontravam-se umas <em>Le\u00e7ons de C\u00e9ramique<\/em> de Alphonse Salvetat, de 1857. Salvetat foi professor de uma das mais prestigiadas escolas de engenharia da \u00e9poca, a \u00c9cole Centrale des Arts et Manufactures, fundada em 1829, onde leccionou Tecnologia Qu\u00edmica e Cer\u00e2mica, tendo publicado os manuais de apoio ao ensino que ministrava. Em 1852, Salvetat deu a conhecer as suas investiga\u00e7\u00f5es sobre o fabrico e decora\u00e7\u00e3o da porcelana chinesa, a solicita\u00e7\u00e3o da Manufacture Nacional de S\u00e8vres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O mais antigo manual de Qu\u00edmica do conjunto pertencente aos Belos era a 2\u00ba edi\u00e7\u00e3o da <em>Chimie Elementaire<\/em> de A Bouchardat, 1845. Apollinaire Bouchardat foi um qu\u00edmico que fez carreira na \u00e1rea farmac\u00eautica. As obras mais recentes deste dom\u00ednio n\u00e3o ultrapassam no entanto a d\u00e9cada de 1920., pelo que presumo ter\u00e3o sido todas adquiridas por Avelino Belo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Do acervo reunido neste n\u00facleo fazem parte diversos Relat\u00f3rios sobre a actividade industrial cer\u00e2mica portuguesa publicados nos finais do s\u00e9culo XIX e primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma nota especial \u00e9 devida ao Relat\u00f3rio assinado por Charles Lepierre, um engenheiro qu\u00edmico franc\u00eas que se radicou em Portugal na sequ\u00eancia do concurso aberto para recrutamento de professores para o ensino industrial. Em 1889, prestava ent\u00e3o servi\u00e7o em Coimbra, na Escola Industrial, quando o director do Museu de S\u00e8vres lhe solicitou o envio de amostras de argilas portuguesas. Lepierre visitou, um a um, os diversos centros de produ\u00e7\u00e3o cer\u00e2mica portugueses, anotou os equipamentos em utiliza\u00e7\u00e3o, recolheu amostras de pastas e analisou-as. O seu Relat\u00f3rio \u00e9 uma obra \u00edmpar sobre a cer\u00e2mica portuguesa do s\u00e9culo XIX, com informa\u00e7\u00e3o preciosa e \u00fanica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3994\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"763\" height=\"1145\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-200x300.jpg 200w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-768x1152.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-683x1024.jpg 683w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-7x10.jpg 7w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-432x648.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-396x594.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-1120x1680.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-660x990.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/08_Avelino-Soares-Belo-147x220.jpg 147w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/><span style=\"font-size: 12px\">Avelino Soares Belo<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3995\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-234x300.jpg\" alt=\"\" width=\"807\" height=\"1035\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-234x300.jpg 234w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-8x10.jpg 8w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-432x553.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-396x507.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-660x846.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo-172x220.jpg 172w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/09_Sem-t\u00edtulo.jpg 697w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">Anuncio da Belo<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3996\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-190x300.jpg\" alt=\"\" width=\"717\" height=\"1132\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-190x300.jpg 190w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-768x1213.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-649x1024.jpg 649w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-6x10.jpg 6w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-432x682.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-396x625.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-1120x1768.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-660x1042.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/10_Salvetat-Produits-hydrauliques-139x220.jpg 139w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">SALVETAT, H. [Alphonse Hippolyte] &#8211; <em>Produits hydrauliques, c\u00e9ramique, verrerie<\/em>. Pref\u00e1cio de M. H. Le Chatelier; dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o C. Chabri\u00e9. Paris [etc]: Librairie Polytechnique Ch. B\u00e9ranger, 1920. [6], xx, 535 p. (Encyclop\u00e9die de science chimique appliqu\u00e9e aux arts industriels. 8)<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3997\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/11_Charles-Lepierre-Estudo-quimico-e-tecnologico-183x300.jpg\" alt=\"\" width=\"691\" height=\"1133\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/11_Charles-Lepierre-Estudo-quimico-e-tecnologico-183x300.jpg 183w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/11_Charles-Lepierre-Estudo-quimico-e-tecnologico-6x10.jpg 6w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/11_Charles-Lepierre-Estudo-quimico-e-tecnologico-134x220.jpg 134w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">LEPIERRE, Charles &#8211; <em>Estudo qu\u00edmico e tecnol\u00f3gico sobre a cer\u00e2mica portuguesa moderna<\/em>. Lisboa: Imprensa Nacional, 1899. 241 p.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3998\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-300x210.jpg\" alt=\"\" width=\"677\" height=\"474\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-300x210.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-768x538.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-1024x717.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-432x303.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-396x277.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-1120x785.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-660x462.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/12_F\u00e1brica-Jose-Belo-anos-40-314x220.jpg 314w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/><span style=\"font-size: 12px\">F\u00e1brica Jos\u00e9 Belo anos 40<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Esp\u00e9cies Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 &#8211; DEMMIN, August &#8211; <em>Histoire de la c\u00e9ramique en planche phototypiques inalt\u00e9rables (\u00c9d. 1875)<\/em>. [Paris]: Hachette Livre: BNF, 2013. 422 p. (Vol.1) (Arts : G\u00e9n\u00e9ralit\u00e9s). Edi\u00e7\u00e3o fac-similada. Complemento de t\u00edtulo da edi\u00e7\u00e3o original &#8211; Avec texte explicatif: L&#8217;Asie, L&#8217;Am\u00e9rique, L&#8217;Afrique et L&#8217;Europe par ordre chronologique<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 &#8211; DEMMIN, August &#8211; <em>Histoire de la c\u00e9ramique en planche phototypiques inalt\u00e9rables (\u00c9d. 1875)<\/em>. [Paris]: Hachette Livre: BNF, 2013. 392 p. (Vol.2) (Arts : G\u00e9n\u00e9ralit\u00e9s). Edi\u00e7\u00e3o fac-similada. Complemento de t\u00edtulo da edi\u00e7\u00e3o original- Avec texte explicatif: L&#8217;Asie, L&#8217;Am\u00e9rique, L&#8217;Afrique et L&#8217;Europe par ordre chronologique<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 &#8211; SALVETAT, H. [Alphonse Hippolyte] &#8211; <em>Produits hydrauliques, c\u00e9ramique, verrerie<\/em>. Pref\u00e1cio de M. H. Le Chatelier; dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o C. Chabri\u00e9. Paris [etc]: Librairie Polytechnique Ch. B\u00e9ranger, 1920. [6], xx, 535 p. (Encyclop\u00e9die de science chimique appliqu\u00e9e aux arts industriels. 8)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 &#8211; GRANGER, Albert &#8211; <em>La c\u00e9ramique industrielle : Chimie-technologie<\/em>. Paris: Gauthier-Villars, 1929. x, da 1 \u00e0 398 e x p. (Vol. 1) (Biblioth\u00e8que technologique)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 &#8211; GRANGER, Albert &#8211; <em>La c\u00e9ramique industrielle : Chimie-technologie<\/em>. Paris: Gauthier-Villars, 1929. [4], da 399 \u00e0 920 e [4] p. (Vol. 2) (Biblioth\u00e8que technologique)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 &#8211; RIS-PAQUOT, [Oscar-Edmond] &#8211; <em>Fa\u00efences, porcelaines et biscuits : Fabrication, caract\u00e8res, d\u00e9cors<\/em>. Paris: H. Laurens, [1894]. [4], 243 p. (Biblioth\u00e8que d&#8217;historie et d&#8217;art)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 &#8211; JACQUEMART, Albert &#8211; <em>Histoire de la c\u00e9ramique : \u00e9tude descriptive et raisonn\u00e9e des poteries de tous le temps et de tous les peuples<\/em>. 2\u00aa ed. Paris: Librairie Hachette, 1884. [4], 750, [2] p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">8 &#8211; JAVET, \u00c9mile \u2013 <em>Chimie<\/em>. 54\u00aa ed. Paris: Dunod, 1935. xl, 400, xcvi p. (Agenda Dunod 1935)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">9 &#8211; LEDUC, E.; CHENU, G. &#8211; <em>Mat\u00e9riaux de gros-oeuvre : pierres, produits c\u00e9ramiques<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o M. F. Bordas e M. Eug\u00e8ne Roux. Paris [etc]: Librairie Polytechnique Ch. B\u00e9ranger, 1913. [28], 285, [15] p. (Manuels pratiques d&#8217;analyses chimiques a l&#8217;usage des laboratoires officiels et des experts)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">10 &#8211; BOUCHARDAT, A. &#8211; <em>Chimie \u00e9l\u00e9mentaire : Avec ses principales applications aux arts et a l&#8217;industrie<\/em>. 3\u00aa ed. Paris: Germer Bailli\u00e8re, 1848. xii, 600 p. (Cours des sciences physiques. Chimie)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">11 &#8211; GEYMET, Th\u00e9ophile &#8211; <em>Trait\u00e9 pratique des \u00e9maux photographiques (\u00c9d. 1885)<\/em>. [Paris]: Hachette Livre: BNF, 2014. xii, 161, [18] p. (Savoirs et Traditions : G\u00e9n\u00e9ralit\u00e9s). Edi\u00e7\u00e3o fac-similada. Complemento de t\u00edtulo da edi\u00e7\u00e3o original &#8211; Secrets, tours de mains, formules a l&#8217;usage de photographe \u00e9mailleur sur plaques et sur porcelaine. Cole\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o original &#8211; Biblioth\u00e8que photographique<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">12 &#8211; JEAN, Ren\u00e9 &#8211; <em>Les arts de la terre : C\u00e9ramique, verrerie, \u00e9maillerie, mosa\u00efque, vitrail<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o M. Henry Marcel. Paris: H. Laurens, 1911. [4], 480 p. (Manuels d&#8217;histoire de l&#8217;art)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">13 &#8211; FRANCHET, Louis &#8211; <em>La fabrication industrielle des \u00e9maux et couleurs c\u00e9ramiques<\/em>. Paris: Revue des mat\u00e9riaux de construction, 1911. vi, 188 p. Edi\u00e7\u00e3o fac-similada sem indica\u00e7\u00e3o da nova edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">14 &#8211; LEPIERRE, Charles &#8211; <em>Estudo qu\u00edmico e tecnol\u00f3gico sobre a cer\u00e2mica portuguesa moderna<\/em>. Lisboa: Imprensa Nacional, 1899. 241 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">15 &#8211; PORTUGAL. Minist\u00e9rio das Obras P\u00fablicas, Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria. Dire\u00e7\u00e3o Geral do Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria. Reparti\u00e7\u00e3o do Trabalho Industrial &#8211; <em>Estudo sobre o estado atual da ind\u00fastria cer\u00e2mica na 2\u00aa circunscri\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os t\u00e9cnicos da ind\u00fastria<\/em>. Lisboa: Imprensa Nacional, 1905. 168, [2] p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">16 &#8211; <em>Exposition universelle de Paris en 1889 : Catalogue officiel des sections portugaises<\/em>. Paris: Imprimerie de la Soci\u00e9t\u00e9 anonyme de publications p\u00e9riodiques, 1889. x, 643 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">17 &#8211; BELO, Avelino &#8211; <em>[Di\u00e1rio de Avelino Belo]<\/em>. Jul. 1895 a Jan. 1899. Acess\u00edvel no Centro de Documenta\u00e7\u00e3o do Museu da Cer\u00e2mica das Caldas da Rainha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>F\u00e1brica Belo \u00a0 O projecto de reconstitui\u00e7\u00e3o de uma imagin\u00e1ria biblioteca de um ceramista industrial remonta a uma situa\u00e7\u00e3o concreta. Em 1985, estando prestes a encerrar as suas portas a F\u00e1brica Belo, um dos membros da sua direc\u00e7\u00e3o, Paulo Nascimento, convidou-me a visitar os escrit\u00f3rios da empresa. 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