{"id":4013,"date":"2019-03-12T19:00:23","date_gmt":"2019-03-12T19:00:23","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/?p=4013"},"modified":"2019-03-18T16:24:55","modified_gmt":"2019-03-18T16:24:55","slug":"nucleo-4-as-novas-escolas-cencal-esad-ip-tomar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/2019\/03\/12\/nucleo-4-as-novas-escolas-cencal-esad-ip-tomar\/","title":{"rendered":"N\u00facleo 4 &#8211; As novas Escolas: CENCAL, ESAD, IP Tomar"},"content":{"rendered":"\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\">As novas Escolas: CENCAL, ESAD, IP Tomar <\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Este n\u00facleo \u00e9 constitu\u00eddo pelos esp\u00e9cimes bibliogr\u00e1ficos que deram entrada nos prim\u00f3rdios das bibliotecas ou centros de recursos do CENCAL, da ESAD e do Instituto Polit\u00e9cnico de Tomar. Perante a dificuldade de rastrear a data de aquisi\u00e7\u00e3o de algumas obras, estabeleceu-se a regra de s\u00f3 admitir \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o edi\u00e7\u00f5es anteriores a 1990. Estas obras e seus adquirentes sinalizam a entrada de novas modalidades e n\u00edveis de forma\u00e7\u00e3o na cer\u00e2mica portuguesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As d\u00e9cadas de 80 e 90 do s\u00e9culo passado foram palco de uma reforma do modelo de forma\u00e7\u00e3o e ensino t\u00e9cnico e profissional, abrangendo tanto a forma\u00e7\u00e3o em altern\u00e2ncia como a forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, instituindo diversos tipos de certifica\u00e7\u00e3o (escolar e profissional) e originando um sub-sistema de ensino superior de voca\u00e7\u00e3o predominantemente t\u00e9cnica, o Ensino Superior Polit\u00e9cnico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Centro de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para a Ind\u00fastria Cer\u00e2mica das Rainha (CENCAL) foi criado em finais de 1981, sendo seus outorgantes o Estado, atrav\u00e9s de um organismo denominado Fundo de Desenvolvimento da M\u00e3o de Obra, e duas associa\u00e7\u00f5es empresarias, uma regional, formada por empresas das Caldas da Rainha e Oeste, e outra nacional, mas de \u00e2mbito sectorial (a Associa\u00e7\u00e3o Industrial de Cer\u00e2mica, futura Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa das Ind\u00fastrias de Cer\u00e2mica e Cristalaria).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O CENCAL encontrou forte inspira\u00e7\u00e3o para o seu modelo pedag\u00f3gico e t\u00e9cnico no Lic\u00e9e de M\u00e9tiers de la C\u00e9ramique Longchamp \u201cHenri Moisand\u201d, situado em Longchamp, que, em 1978, se tinha convertido em liceu de ensino profissional, ministrando o ensino de modela\u00e7\u00e3o e decora\u00e7\u00e3o cer\u00e2mica, proporcionando forma\u00e7\u00f5es em artes aplicadas e prestando apoio laboratorial a empresas cer\u00e2micas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A partir de 1985, ano em que se dotou de instala\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, o CENCAL adopta um dispositivo de forma\u00e7\u00e3o que visa incentivar e apoiar as empresas, designadamente da faian\u00e7a e da cer\u00e2mica de constru\u00e7\u00e3o, a adoptar outros factores de competitividade como os que decorrem da incorpora\u00e7\u00e3o de valor pela via do design, do uso de novas tecnologias, nomeadamente as que implicavam o recurso a computadores, da forma\u00e7\u00e3o profissional dos seus trabalhadores. Paralelamente, o CENCAL cria um Laborat\u00f3rio, entidade prestadora de apoio t\u00e9cnico \u00e0s empresas e certificadora dos produtos cer\u00e2micos que se destinam a mercados muito exigentes, como os mercados europeu e norte-americano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tanto as actividades de forma\u00e7\u00e3o, como o Laborat\u00f3rio, se apoiam numa sistem\u00e1tica produ\u00e7\u00e3o de manuais e na aquisi\u00e7\u00e3o de bibliografia especializada. Deve dizer-se que entre 1988 e 1998, o CENCAL assegurou tamb\u00e9m a publica\u00e7\u00e3o regular de uma revista, <em>Cer\u00e2micas<\/em>, um est\u00edmulo e um contribuinte para o crescimento do centro de recursos documentais e bibliogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1987, os dirigentes do CENCAL empenharam-se no processo de cria\u00e7\u00e3o duma unidade de ensino polit\u00e9cnico, a futura\u00a0 Escola Superior de Artes e Design, para o qual convergiram tamb\u00e9m um foco centrado no ensino das artes pl\u00e1sticas e outro atra\u00eddo pela problem\u00e1tica da forma\u00e7\u00e3o de professores de Educa\u00e7\u00e3o Visual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No debate gerado entre 1987 e 1989, ano em que a ESAD recebeu luz verde institucional para iniciar a sua actividade, algumas destas val\u00eancias foram reformuladas ou sa\u00edram de cena (foi o caso da forma\u00e7\u00e3o de professores de Educa\u00e7\u00e3o Visual), mas a forma\u00e7\u00e3o de profissionais em artes pl\u00e1sticas, em design (nas modalidades de design industrial e de comunica\u00e7\u00e3o e de cer\u00e2mica) viriam a ser consagradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Escrevia-se no pre\u00e2mbulo do Decreto-Lei n\u00ba 45\/88, publicado no <em>Di\u00e1rio da Rep\u00fablica<\/em> de 14\/12\/1988 que criou a ESAD: &#8220;S\u00e3o manifestas as necessidades de forma\u00e7\u00e3o a n\u00edvel superior sentidas pela ind\u00fastria nacional no dom\u00ednio da cer\u00e2mica, pelo que a cria\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha constitui prolongamento e sa\u00edda adequada a alunos habilitados com o curso t\u00e9cnico-profissional de cer\u00e2mica que se ministra nas Caldas da Rainha &#8211; na Escola Secund\u00e1ria de Rafael Bordalo Pinheiro -, no Porto &#8211; na Escola Secund\u00e1ria de Soares dos Reis &#8211; e em Lisboa &#8211; na Escola de Ant\u00f3nio Arroio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A nova escola iniciou as suas actividade lectivas em 1990, com um Curso de Bacharelato em Design e Tecnologia para a Cer\u00e2mica, o qual seria mais tarde convertido no actual Curso de Licenciatura em Design de Produto &#8211; Cer\u00e2mica e Vidro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Embora criado em 1973, o processo de instala\u00e7\u00e3o do Instituto Polit\u00e9cnico de Tomar s\u00f3 se concretizaria a partir de 1982, iniciando os seus cursos em 1986.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A cer\u00e2mica surgiu como uma das val\u00eancias centrais do Curso de Estudos Especializados em Arte, Arqueologia e Restauro, em 1988. Este Curso deu origem, ap\u00f3s a reforma de Bolonha, ao Curso de Licenciatura em Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4014\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"647\" height=\"431\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-768x513.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-432x288.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-396x264.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-1120x748.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-660x441.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/20_Cencal-330x220.jpg 330w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">CENCAL<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4015\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"791\" height=\"527\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-432x288.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-396x264.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-1120x747.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-660x440.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/21_Cencal-330x220.jpg 330w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">CENCAL<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4016\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/22_Sem-t\u00edtulo5-212x300.jpg\" alt=\"\" width=\"752\" height=\"1064\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/22_Sem-t\u00edtulo5-212x300.jpg 212w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/22_Sem-t\u00edtulo5-7x10.jpg 7w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/22_Sem-t\u00edtulo5-155x220.jpg 155w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\"><em>Cer\u00e2micas : Revista Trimestral de Cer\u00e2mica art\u00edstica, t\u00e9cnica, industrial e artesanal<\/em>. Dir. Alberto Faria Frasco Ano I, n\u00ba 2 (Mar\u00e7o 1989). Caldas da Rainha: Cencal &#8211; Centro de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para a Ind\u00fastria Cer\u00e2mica, 1989<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4017\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"717\" height=\"478\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-432x288.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-396x264.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-1120x747.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-660x440.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/23_ESAD-330x220.jpg 330w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">Escola Superior de Artes de Design das Caldas da Rainha<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4018\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"725\" height=\"483\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-10x7.jpg 10w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-432x288.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-396x264.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-1120x746.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-660x440.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/24_ESAD_Oficina-330x220.jpg 330w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">Oficina da Escola Superior de Artes de Design das Caldas da Rainha<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4019\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"857\" height=\"1143\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-225x300.jpg 225w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-768x1024.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-8x10.jpg 8w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-432x576.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-396x528.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-1120x1493.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-660x880.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro-165x220.jpg 165w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/25_IPT_Laboratorio-de-Restauro.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/> <span style=\"font-size: 12px\">Instituto Polit\u00e9cnico Tomar &#8211; Laborat\u00f3rio de Restauro<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4020\" src=\"http:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-204x300.jpg\" alt=\"\" width=\"767\" height=\"1128\" srcset=\"https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-204x300.jpg 204w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-768x1130.jpg 768w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-696x1024.jpg 696w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-7x10.jpg 7w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-432x635.jpg 432w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-396x583.jpg 396w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-1120x1648.jpg 1120w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-660x971.jpg 660w, https:\/\/sites.ipleiria.pt\/projetocp2s\/files\/2019\/03\/26_Jose-Queiros-Ceramica-Portuguesa-150x220.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 91vw, (max-width: 900px) 600px, (max-width: 1060px) 50vw, (max-width: 1200px) 520px, (max-width: 1400px) 43vw, 600px\" \/><span style=\"font-size: 12px\">QUEIR\u00d3S, Jos\u00e9 &#8211; <em>Cer\u00e2mica Portuguesa e Outros Estudos<\/em>. Lisboa: Peres-Artes Gr\u00e1fica, 1987. 514 p.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Esp\u00e9cies Bibliogr\u00e1ficas: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>CENCAL: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 &#8211; CHITI, Jorge Fernandez &#8211; <em>Manual de esmaltes cer\u00e2micos : Tomo 1<\/em>. 2\u00aa ed. ampl. Buenos Aires: Ediciones Condorhuasi, cop. 1981. 254 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">2 &#8211; SHAW, Kenneth &#8211; <em>Ciencia para ceramistas y esmaltadores<\/em>. Sargadelos: Ediciones del Castro, 1974. 222 p. (Cuadernos del Seminario de Estudios Cer\u00e1micos de Sargadelos. 6). ISBN 84-300-6019-7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 &#8211; KRAUSE, Eberhard &#8211; <em>Le sechage en ceramique : Principes &amp; techniques<\/em>. Paris: Editions Septima, 1977. xxiii,251 p. (Manuels de technologie de ceramique industrielle). Tradu\u00e7\u00e3o da 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 e adaptada pelo Servi\u00e7o de Documenta\u00e7\u00e3o da Sociedade Francesa de Cer\u00e2mica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">4 &#8211; GIPPINI, Enrique &#8211; <em>Pastas cer\u00e2micas<\/em>. Madrid: Instituto Eduardo Torroja de la Construccion et del Cemento, 1979. 259 p. Obra publicada com o alto patroc\u00ednio da Sociedade Espanhola de Cer\u00e2mica. ISBN 84-7292-297-9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 &#8211; RHODES, Daniel &#8211; <em>Clay and glazes for the potter<\/em>. 2\u00aa ed. London: A &amp; C Black, [1988]. xx, 331 p. Informa\u00e7\u00e3o de data recuperada a partir do ISBN nos sites worldcat.org e isbnsearch.org. ISBN 0-7136-3007-8<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 &#8211; HALD, Peder &#8211; <em>T\u00e9cnica de la Cer\u00e1mica<\/em>. 3\u00aa ed. Barcelona: Ediciones Omega, cop. 1977. 319 p. ISBN 84-282-0365-2<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 &#8211; SOCIET\u00c0 ITALIANA PER LA CERAMICA-ASSICERAM &#8211; <em>La smaltatura: delle piastrelle di cer\u00e2mica<\/em>. 1\u00aa ed. reimpr. Faenza: Faenza Editrice, 1983. viii, 276 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">8 &#8211; SINGER, Felix; SINGER, Sonja S. &#8211; <em>Ceramica Industrial : Principios generales de la fabrication de ceramica<\/em>. Bilbao: Urmo, 1979. 766 p. (Enciclopedia de la Quimica Industrial. 9). ISBN 84-314-0177-x<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">9 &#8211; SINGER, Felix; SINGER, Sonja S. &#8211; <em>Ceramica Industrial : Procesos de la fabricacion de ceramica<\/em>. Bilbao: Urmo, 1979. 485 p. (Enciclopedia de la Quimica Industrial. 10). ISBN 84-314-0178-8<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">10 &#8211; SINGER, Felix; SINGER, Sonja S. &#8211; <em>Ceramica Industrial : Procesos de la fabricacion de ceramica <\/em>[sic]. Bilbao: Urmo, 1979. 405 p. (Enciclopedia de la Quimica Industrial. 11). Complemento de t\u00edtulo errado &#8211; Productos ceramicos. ISBN 84-314-0179-6<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">11 &#8211; MCNAMARA, Edward P.; DULBERG, Irving &#8211; <em>Fundamentals of ceramics<\/em>. 2\u00aa ed. Pennsylvania: State College, 1953. x, 382 p. Em colabora\u00e7\u00e3o com a Mineral Industries Extension Services da School of Mineral Industries (Pennsylvania State University)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">12 &#8211; MCNAMARA, Edward P. \u2013 <em>Ceramics : III. Clay Products and Whiteware<\/em>. Pennsylvania: State College, 1948. viii, 536 p. Em colabora\u00e7\u00e3o com a Mineral Industries Extension Services da School of Mineral Industries (Pennsylvania State University)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">13 &#8211; WANG, Franklin F. Y., ed. lit. &#8211; <em>Ceramic fabrication processes<\/em>. Orlando [etc.]: Academic Press, cop. 1976. xx, 379 p. (Treatise on Materials Science and Technology. 9). ISBN 0-12-341809-7<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">14 &#8211; NORTON, F. H. &#8211; <em>Elements of ceramics<\/em>. 2\u00aa ed. Reading, Massachusetts: Addison-Wesley Publishing Company, 1974. viii, 311 p. ISBN 0-201-05306-3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">15 &#8211; MILANI, Marcelino &#8211; <em>Manual do T\u00e9cnico em Cer\u00e2mica<\/em>. Santo Andr\u00e9, S\u00e3o Paulo: Editora T\u00e9cnica Piping, 1978. [6], 134 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">16 &#8211; <em>Cer\u00e2micas : Revista Trimestral de Cer\u00e2mica art\u00edstica, t\u00e9cnica, industrial e artesanal<\/em>. Dir. Alberto Faria Frasco. Ano I, n\u00ba 1 (Dezembro 1988). Caldas da Rainha: Cencal &#8211; Centro de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para a Ind\u00fastria Cer\u00e2mica, 1988<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">17 &#8211; <em>Cer\u00e2micas : Revista Trimestral de Cer\u00e2mica art\u00edstica, t\u00e9cnica, industrial e artesanal<\/em>. Dir. Alberto Faria Frasco Ano I, n\u00ba 2 (Mar\u00e7o 1989). Caldas da Rainha: Cencal &#8211; Centro de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para a Ind\u00fastria Cer\u00e2mica, 1989<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">18 &#8211; <em>Cer\u00e2micas : Revista Trimestral de Cer\u00e2mica art\u00edstica, t\u00e9cnica, industrial e artesanal<\/em>. Dir. Alberto Faria Frasco Ano II, n\u00ba 7 (Julho 1990). Caldas da Rainha: Cencal &#8211; Centro de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para a Ind\u00fastria Cer\u00e2mica, 1990<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>ESAD.CR: <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">19 &#8211; SILVA, F. Lencart &#8211; Os materiais cer\u00e2micos. In UNIVERSIDADE DE TR\u00c1S-OS-MONTES E ALTO DOURO &#8211; <em>Ci\u00eancia e Tecnologia dos Materiais.<\/em> [S.l.]: Universidade de Tr\u00e1s-os-Montes e Alto Douro, 1988. p. 501-548<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">20 &#8211; BRUGUERA, Jordi &#8211; <em>Manual pr\u00e1tico de cer\u00e2mica<\/em>. Barcelona: Ediciones Omega, cop. 1986. xvi, 335 p. ISBN 84-282-0755-0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">21 &#8211; <em>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Ci\u00eancia e Tecnologia dos Materiais Cer\u00e2micos : segundo as aulas do Prof. Lopes Baptista e do Dr. Darlindo Lucas<\/em>. [Aveiro: Universidade. Departamento de Engenharia Cer\u00e2mica e do Vidro, 1990]. 124 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>IPT:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">22 &#8211; SIM\u00d5ES, J. M. dos Santos &#8211; <em>Azulejaria em Portugal nos s\u00e9culos XV e XVI : Introdu\u00e7\u00e3o geral<\/em>. Adendas de Rafael Caldado e Jos\u00e9 Meco; il. Em\u00edlio Guerra de Oliveira; fotografias do autor e do Est\u00fadio M\u00e1rio Novais. 2\u00aa ed. atual. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, 1990. [6], 197, [2] p. (Corpus da Azulejaria Portuguesa. 3). ISBN 972-678-024-1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">23 &#8211; SIM\u00d5ES, J. M. dos Santos &#8211; <em>Azulejaria em Portugal no s\u00e9culo XVII : Tipologia<\/em>. Desenhos e aguarelas de Em\u00edlio Guerra Oliveira. 2\u00aaed. revista e atualizada. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, 1997. 240 p. (Corpus da Azulejaria Portuguesa. 4)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">24 &#8211; SIM\u00d5ES, J. M. dos Santos &#8211; <em>Azulejaria em Portugal no s\u00e9culo XVII : Elenco<\/em>. Fotografias do autor, Est\u00fadio M\u00e1rio Novais e Te\u00f3filo Rego; il. Em\u00edlio Guerra; dire\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o da 2\u00aa ed. Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Flores; fotografias adicionais Lu\u00eds Filipe Oliveira. 2\u00aaed. revista e atualizada. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, 1997. 333 p. (Corpus da Azulejaria Portuguesa. 5)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">25 &#8211; SIM\u00d5ES, J. M. dos Santos &#8211; <em>Azulejaria em Portugal no s\u00e9culo XVIII<\/em>. Apresenta\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 de Azeredo Perdig\u00e3o; pref\u00e1cio Artur Nobre de Gusm\u00e3o; il. Em\u00edlio Guerra de Oliveira; rev. Fl\u00e1vio Gon\u00e7alves. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, 1979. 535 p. (Corpus da Azulejaria Portuguesa. 6). Com fotografias do autor, do Prof. Robert C. Smith, dos Est\u00fadios: M\u00e1rio Novais, Te\u00f3filo Rego e Foto-Ba\u00eda, al\u00e9m das cedidas pelo Museu de Arte Antiga, Lisboa, Museu Machado de Castro, C\u00e2mara Municipal de Lisboa e pelo Dr. Lu\u00eds Augusto Pinto Garcia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">26 &#8211; QUEIR\u00d3S, Jos\u00e9 &#8211; <em>Cer\u00e2mica Portuguesa e Outros Estudos<\/em>. Lisboa: Peres-Artes Gr\u00e1fica, 1987. 514 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">27 &#8211; WILLIAMS, Nigel \u2013 <em>Porcelain : repair and restoration<\/em>. London: British Museum Publications, 1983. 144 p. ISBN 0-7141-8051-3<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As novas Escolas: CENCAL, ESAD, IP Tomar \u00a0 Este n\u00facleo \u00e9 constitu\u00eddo pelos esp\u00e9cimes bibliogr\u00e1ficos que deram entrada nos prim\u00f3rdios das bibliotecas ou centros de recursos do CENCAL, da ESAD e do Instituto Polit\u00e9cnico de Tomar. 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